Inauguração de UPA em São Gonçalo

Depois de vários meses de espera, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h) Geremias de Matos Fontes, em Santa Luzia, em São Gonçalo, será inaugurada, terça-feira (4), às 11h, pelo governador Sérgio Cabral e pelo secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes. A UPA de Santa Luzia será a 46ª instalada em todo o território fluminense e a segunda em São Gonçalo. A primeira funciona no Colubandê e foi inaugurada em 25 de janeiro do ano passado.
A prefeita Aparecida Panisset (PDT) disse que a implantação de uma nova unidade de pronto atendimento vai ajudar no ‘desafogamento’ da rede municipal. Segundo ela, muitos gonçalenses não precisarão percorrer muitos quilometros para serem atendidos no centro da cidade.
“A Unidade de Pronto Atendimento foi mais uma conquista do nosso governo e essa luta vem de uma política que caminha junto com os governos federal e estadual. Pedimos ao governador Sérgio Cabral um número de unidades que atendesse com precisão aos mais de um milhão de gonçalenses”, declarou chefe do Executivo.
Dados - A UPA de Santa Luzia ocupa uma área de 2 mil metros quadrados situado na Avenida. Bispo São João da Mata, esquina com Avenida Santa Luzia e terá capacidade de atender até 500 pessoas por dia. Diferentemente das outras unidades de pronto atendimento em funcionamento no Estado, a nova UPA terá uma sala vermelha com quatro leitos (o dobro das demais UPAs).
Já a área de observação individual terá duas salas para pacientes com doenças infecto-contagiosas, como tuberculose e meningite, onde serão medicados antes de serem transferidos para um hospital.

fonte: jornal o são gonçalo

Cursos transformam vidas no Jardim Catarina

                                                                                                      
Autoestima renovada, criatividade dando frutos e um novo brilho no olhar. Esses são alguns dos efeitos provocados na vida de mulheres, moradoras de São Gonçalo, que trocaram horas de ostracismo e uma vida exclusivamente dedicada ao lar, por uma atividade rentável que transformou suas vidas. No maior loteamento da América Latina, dentro de um cenário movimentado por obras a todo vapor, umasimples ação social chama atenção. Junto com as intervenções na infraestrutura viária do Jardim Catarina, realizadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), chegou também ao bairro, o Projeto Técnico de Trabalho Social (PTTS), coordenado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS).
Famílias que já eram assistidas pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) local, instalado pela Prefeitura e gerido pela SMDS, agora recebem, através do PTTS, mais um acompanhamento técnico, que faz interface com ferramentas existentes no município.
O Secretário de Desenvolvimento Social, Pedro Veiga, explica que o PTTS tem duas colocações fundamentais: “Viabilizar as intervenções, em função do trabalho de conscientização e divulgação do efeito das obras sobre as comunidades, e possibilitar a realização de cursos nas áreas de geração de renda, saúde pública e consciência ambiental”, disse.
O projeto, elaborado pela secretaria obedecendo à metodologia do PAC Social, oferece à população cursos de qualificação visando geração imediata de trabalho e renda. Antes das obras chegarem efetivamente, o CRAS realiza uma pesquisa, na localidade que vai recebê-las, para pontuar as maiores necessidades e direcionar o tipo de curso mais adequado à realidade dos moradores.
Na pesquisa levantada no Jardim Catarina, foi constatada que a maioria das famílias do bairro tem sua renda gerada, principalmente, pelas mulheres. Levando em conta essa informação, a equipe do CRAS com o PTTS ministrou aulas de pintura em tecido e confecção de bijuteria, durante três meses, para a comunidade, no centro comunitário da região.
Após o curso de pintura em tecido, avó aumenta a receita e sustenta a casa
No meio da rotina intensa de trabalho e responsabilidade familiar, esbarramos em histórias de mulheres guerreiras por natureza, mas que necessitavam de um estímulo para alavancar sua vida financeira e realização pessoal.
É o caso de Elizabeth de Oliveira, de 52 anos, uma das alunas do curso de pintura em tecido. “Pra mim, esse curso foi ótimo. Eu tinha o sonho de aprender e nunca tive condições de estudar, ou pagava o curso, ou comprava o material. De repente, veio tudo a calhar, o curso e o material, de graça”. Divorciada, Elizabeth tem três filhos e cria três, dos seus nove netos, além de sustentar a casa.
Por um dos netos, o de 11 anos, que já frequentava o CRAS, participando do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) - que realiza atividades esportivas, culturais e pedagógicas para crianças - Beth, como gosta de ser chamada pelas amigas, ficou sabendo do curso e logo se interessou em começar. Mesmo antes de concluir o cronograma, a dona de casa já vendia seus produtos pelo bairro, para amigas e pessoas indicadas.
Beth conta que a venda complementa a renda da família e ainda ajuda a aliviar o estresse: “É uma terapia, onde esqueço os problemas. Estou muito satisfeita com aoportunidade, estou vendendo. Essa atividade trouxe uma melhora de renda, além de aumentar minha segurança e autoestima. Eu e minhas amigas vimos que somos capazes de fazer. Só que antes, não tínhamos ninguém para ajudar enosincentivara tomar a iniciativa,para mostrar que temos condições de aprender e produzir”.
As amigas a quem se refere Elizabeth, também são alunas do PTTS que tiveram suas rotinas alteradas depois de começarem a exercer novas atividades. Cátia Regina de Souza, 38 anos, Maria do Socorro do Nascimento, 52 anos, e Florenice das Graças de Oliveira, 53 anos, terminaram o curso e, atualmente, trabalham vendendo os produtos que aprenderam a confeccionar.
Sendo obras artesanais, um pano de prato chega a ser vendido por R$ 10,00, enquanto o preço das bijuterias varia entre R$ 5,00 e R$ 25,00, e a produção é constante. “Parada, não fico mais. Sempre que tenho um tempinho, vou fazer minhas pinturas. Troquei a televisão pelas minhas atividades”, conta Florenice Oliveira, que se tornou artesã depois de freqüentar o curso.
Os professores, providenciados pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, são acompanhados por pedagogas dedicadas exclusivamente ao PTTS, durante toda a extensão do projeto, no CRAS do bairro.
A ação veio para reforçar uma conscientização social. Segundo Ellen Lopes, pedagoga do programa, o objetivo é fazer com que os moradores cresçam junto com o bairro. A pedagoga explica ainda, que cada população tem sua cultura, quando vem uma obra que demanda outra, é preciso fazer com que as pessoas acompanhem o desenvolvimento e mantenham os benefícios adquiridos.
fonte: página oficial PMSG

CONVITE

São Gonçalo recebe Renda Melhor Jovem, segundo componente do plano de superação da pobreza


  Depois de garantir que mais de 100 mil pessoas - integrantes de cerca de 26 mil famílias de São Gonçalo - tivessem condições de sair do estado de pobreza extrema, o Programa Renda Melhor, que garantiu auxílio entre R$ 30 e R$ 300, estendeu seus benefícios e, dessa vez, vai atender os jovens. Durante esta quinta-feira (29/09), o Governo do Estado anunciou oficialmente, no Teatro João Caetano, na Praça Tiradentes, a criação do Renda Melhor Jovem que dará poupança escola a quatro mil alunos, dos municípios de Belford Roxo, Japeri e São Gonçalo.
O auxílio vai garantir, a quem tiver frequência e bom desempenho escolar, um total que pode chegar a R$ 3.100, ao término dos estudos do Ensino Médio. Todos os jovens contemplados com o programa fazem parte das famílias assistidas pelo Renda Melhor e só em São Gonçalo, 1.508 adolescentes serão contemplados.
A poupança escola será de R$ 700 para aprovados no 1º ano; R$ 900 para o 2º, e R$ 1 mil para o 3º. Os alunos que cursarem o 4º ano técnico poderão receber mais R$1,2 mil. Além do prêmio anual, os alunos que obtiverem bom desempenho no Sistema de Avaliação da Educação do Estado do Rio de Janeiro (Saerj) ou no Enem poderão receber mais R$ 500 ao concluir os estudos.
A prefeita Aparecida Panisset agradeceu mais uma vez a iniciativa do Estado e lembrou que é necessário preparar as crianças para uma vida melhor e, consequentemente, um mercado de trabalho competitivo.
“Esse programa vai resgatar os sonhos desses jovens e precisamos dar respaldo e incentivo para que eles busquem caminhos que garantam um futuro mais promissor, mas, principalmente, digno”, ressaltou Panisset.
Morador de Ipiíba, Luiz Antônio Siqueira, de 19 anos, já faz planos e sabe que o programa vai proporcionar condições de crescimento que, infelizmente, até hoje, ele não possuía.
“Minha família é humilde e esse programa veio em ótimo momento. Pretendo seguir um estudo técnico, crescer e mudar a minha vida de vez”, contou satisfeito.
O governador Sérgio Cabral lembrou da luta e do esforço do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em promover desenvolvimento e promoção de igualdade mesmo diante de um cenário educacional com altos índices de evasão e defasagem.
“Quem deu os primeiros passos para o Brasil mudar foi o Lula. Nós, apenas pegamos a ideia de estimular o progresso através da educação, adaptamos à realidade do Rio de Janeiro e conseguimos por meio de um meticuloso estudo, criar um projeto ousado e com uma estrutura inovadora, que vai mudar a vida dessa garotada”, enalteceu Cabral.
O Renda Melhor Jovem é o segundo componente do plano de superação da pobreza e redução da desigualdade. De acordo com o secretário estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves, “essas ações têm se configurado em expressivos avanços que vão dar suporte a esses jovens, que serão capacitados, terão um futuro próximo mais justo e condições para investir cada vez mais na própria educação”.
Ainda segundo o secretário, já a partir de dezembro deste ano, todas as outras cidades da Região Metropolitana serão inscritas no programa e, ano que vem, o Renda Melhor Jovem atenderá mais de 20 mil jovens, beneficiários das famílias do Cartão Família Carioca e das 15 cidades com o pior índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado. A previsão é de que em 2013, 30 mil jovens de todas as cidades fluminenses sejam inseridos no programa.
fonte: página oficial PMSG

Escola Pixinguinha realiza sonhos ensinando música


      Um antigo desejo, enfim, pôde ser realizado. As tão sonhadas aulas de trombone só puderam ser feitas depois que o aposentado Reginaldo de Oliveira, 57 anos, conheceu a Escola de Música Pixinguinha. Inaugurada pela Prefeitura de São Gonçalo, em 2000, a escola vem, desde então, gratuitamente, formando músicos profissionais e amadores.
“Por dificuldades financeiras, nunca consegui pagar um curso nem fazer aulas particulares. Agora, tudo ficou mais fácil e pela primeira vez, apenas dependo da minha vontade para desenvolver meu talento”, comemorou Reginaldo.
Ao longo dos 11 anos de existência, a escola, que nasceu com o objetivo de oferecer qualificação profissional aos amantes de música, foi se desenvolvendo, mudou o sistema de acesso e ampliou o número de alunos.“Demos um salto, do ano passado para cá, de 110 para 396 alunos. Isso tudo se deve a capacitação dos profissionais que trabalham conosco, além, é claro, da nova forma de gestão. Nos preocupamos, em primeiro lugar, com a satisfação dos alunos e com ensino de qualidade”, contou o diretor da escola, Nilson Simões. “Antigamente, tínhamos até fila de espera. Mas por conta do critério para admissão isso acabou”, completou Simões.
Hoje, diferente de alguns anos atrás, para fazer parte no corpo de alunos existem algumas exigências. O interessado tem que passar por uma prova de conhecimentos musicais e uma entrevista.
“Essa avaliação criteriosa se fez necessária para mantermos um grau de excelência no processo de ensino e aprendizagem. O fato da escola ser gratuita ajuda a atrair interessados, mas se não fizéssemos algum tipo de de seleção, não daríamos aos alunos a atenção merecida e teríamos uma escola de música comum. Aqui, prezamos pela descoberta e desenvolvimento do talento musical das pessoas”, declarou Simões.
E não é só para admissão de alunos que há um rigor. Todos os 16 professores são graduados e possuem anos de experiência. Um deles, inclusive, é ex-aluno da escola e integrante da Orquestra Municipal de São Gonçalo. "Trabalho com música há mais de 10 anos e, sinceramente, não saberia viver de outra forma. Não sou brasileira, mas escolhi esse país para desenvolver a minha profissão. O tempero do Brasil e as oportunidades oferecidas pela escola formaram, para mim, a parceria perfeita”, contou a professora cubana de piano, Martha Keila Lorenzo.
Atualmente, a escola, instalada no Barro Vermelho, oferece, de terça a sexta-feira, sempre das 9h às 17h, aulas para instrumentos de cordas, como violão, violino, violoncelo, guitarra, contrabaixo, instrumentos de sopro (trompete, trombone, tuba, saxofone, clarinete e flauta transversa), percussão, bateria, teclado e musicalização infantil, para as crianças de 5 a 10 anos. Mesmo havendo idade mínima para ingressar, não há limite máximo.
"Nas avaliações do ano passado, tivemos um resultado gratificante. Um aluno de 80 anos tirou a maior nota, o que mostra, definitivamente, que não há limites para a realização de um sonho e que, cotidianamente, lidamos não apenas com as aptidões de cada um, mas trabalhamos a melhora da autoestima de todos", avaliou o professor de violão Leonardo Belga .
Para os próximos anos, a Prefeitura pretende ampliar os projetos da escola, como o "Música na Praça", que realiza apresentações mensais na Praça do Barro Vermelho, e inserir na grade curricular terapia ocupacional e musicoterapia.
Quem quiser participar do processo seletivo de ingresso à escola, deve comparecer a sede que fica na Rua Luis Esteves, 86, no bairro Barro Vermelho, entre os dias 15 e 30 de novembro para fazer a inscrição. As provas e a entrevista serão realizadas nos dias 01, 02 e 03 e dezembro. Telefone para contatos: 2694-1767.

fonte: página oficial PMSG

São Gonçalo pode reduzir tributos

As indústrias de transformação que estudam atuar em São Gonçalo por causa do Comperj, poderão ter redução de tributos para se instalarem no município. Um projeto de lei deverá ser criado através do Executivo ou pelo vereador Miguel Moraes (PT), que vem conversando sobre o assunto com Adolpho Konder (foto), secretário municipal de Desenvolvimento Econômico.

fonte: jornal o são gonçalo

Convênio de excelência para o Comperj é firmado entre empresas e adesão dos 14 municípios fluminenses envolvidos fortalece a criação e apoio ao promissor empreendimento

O Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (Comperj), investimento que tem gerado expectativa na região por proporcionar mais desenvolvimento aos municípios do seu entorno, além do grande número de empregos oferecidos, criou também uma preocupação: os impactos na infraestrutura e nas condições de acessibilidade.
Com o intuito de melhorar essas e outras necessidades, foi assinado na tarde de segunda-feira o Convênio Excelência na Gestão de Investimentos entre as empresas Petrobras, Caixa Econômica Federal, Ministério das Cidades e Fundação Getúlio Vargas, além da adesão dos 14 municípios envolvidos no Comperj.
O convênio, firmado em agosto, visa fortalecer as prefeituras municipais das áreas de influência dos empreendimentos, fornecendo apoio técnico às equipes gestoras dos municípios no planejamento, captação de recursos, contratação, gestão e execução de planos, projetos e obras no setor de infraestrutura urbana e social.
Economia das regiões em alta- O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, destacou a importância do Comperj e lembrou que além de melhorar a economia das regiões, o empreendimento irá atrair muitos interessados em busca de oportunidades de emprego, aumentando também, a demanda por serviços públicos.
A prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset, também falou sobre a importância da qualificação dos profissionais que serão beneficiados pelo Comperj.

fonte: jornal o fluminense

Palestra atrai advogados em Niterói

Com o objetivo a ampliar os horizontes do Código de Defesa do Consumidor, os juízes Alexandre Chini, Eduardo Klausner, e o professor de Direito, Diógenes Faria de Carvalho participaram de debate, quinta-feira (29), na sede da Associação dos Magistrados do Estado (Amaerj) de Niterói, com a participação de advogados e estudantes de Direito.
Presente ao evento, o presidente de O SÃO GONÇALO e titular da coluna ‘Em Defesa do Consumidor e da Família, Wallace Salgado de Oliveira, afirmou que o tema é uma área do Direito que merece maior atenção dos futuros advogados.
“A Defesa do Consumidor é um nicho do Direito, onde os novos advogados e os que ainda estão estudando devem dar uma atenção maior, procurando se aprimorar”, frisou.
Palestra - O seminário foi aberto pelo presidente da Amaerj Niterói, juiz Alexandre Chini. O magistrado defendeu uma nova filosofia em torno dos interesses do consumidor.
“Em nosso país, o respeito vem dentro da lei. Em outros países é mais uma questão filosófica. Temos um código muito aperfeiçoado para defender os interesses do consumidor, que é a base da economia”, afirmou Chini.
Em seguida o professor da Universo, de Goiânia (GO), Diógenes Faria, afirmou que “o país precisa elaborar garantias especialmente para o consumidor endividado”.
Quem encerrou o ciclo de palestras foi o juiz Eduardo Klausner, da 7ª Vara da Fazenda Pública do Rio, que mencionou para o público a dificuldade de defender casos envolvendo o judiciário de outros países.
“São justiças diferentes, com critérios e especificidades diferentes. São casos que devem ser estudados
de formas específicas”, alertou.

fonte: Jornal O São Gonçalo

Prefeita coordena I Encontro dos Prefeitos do g100 em Brasília

                                                                                                        
Nomeada em abril deste ano como coordenadora da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), Aparecida Panisset, chefe do Executivo de São Gonçalo, participou nesta quarta-feira (28/09) do I Encontro dos Prefeitos do g100, em Brasília, dando início à sua atuação no grupo que vai discutir questões que garantam melhorias aos municípios integrantes. O grupo, formado pelas 100 cidades com população acima de 80 mil habitantes e que possuem uma das menores rendas per capita do País, participou de diversas discussões, mas o eixo principal era fomentar a formulação e execução de políticas públicas especialmente direcionadas e que atendam às necessidades e demandas de cada lugar. Consideradas populosas e com alta vulnerabilidade socioeconômica, as cidades em questão, necessitam de ações específicas e é com esse pensamento que a prefeita de São Gonçalo pretende trazer e aplicar os projetos. O evento foi aberto pela ministra de Relações Institucionais Ideli Salvati e a prefeita Aparecida Panisset coordenou a discussão em torno da operacionalização para construir creches, quadras poliesportivas e coberturas de quadras nos municípios. “São Gonçalo encontra-se na sétima posição, mas a intenção é que o município continue com o ritmo acelerado de crescimento, produza mais e aqueça, definitivamente, a economia local”, ressaltou a prefeita. “Essa articulação entre os municípios vai possibilitar uma troca de experiências jamais vista, a consequentemente a criação de mecanismos para a aquisição de mais recursos e a garantia de continuação do enfrentamento, na busca de alternativas que reduzam as dificuldades", enalteceu Aparecida Panisset. A implantação da banda larga nas escolas públicas urbanas e rurais nos municípios, a participação das cidades no Plano Brasil Sem Miséria e a implantação do Programa Crescer, oferecendo microcrédito por meio do Banco do Povo, foram os outros temas pontuais abordados durante todo o dia. A presidente Dilma Rousseff se mostrou sensibilizada com o g100 e incluiu o grupo como critério para a criação e expansão de campi universitários e de institutos federais.

fonte: página oficial PMSG