Instituto Nacional de Tecnologia lança edital de concurso público

Foi divulgado nesta segunda-feira (4/06) o edital do concurso público que preencherá 35 vagas em cargos de níveis médio e superior, nas especialidades de pesquisador, tecnologista e técnico, no Instituto Nacional de Tecnologia (INT). Os salários variam de R$ 2.504,68 a R$ 9.905,28.
As oportunidades estão distribuídas por áreas como ergonomia, biomecânica, ensaio de corrosividade pelo H2S C02, energia alternativa e avaliação de conformidade, tecnologia de pós, modelos tridimensionais, corrosão e degradação, química analítica e engenharia de manutenção, entre diversas outras.
Os interessados poderão efetuar a inscrição, entre os dias 6 de julho a 6 de agosto, no site www.idecan.org.br, com taxa de R$ 40 a R$ 150. A primeira etapa da seleção acontecerá em setembro, no Rio de Janeiro.


Fonte: Jornal Extra



TST divulga edital de concurso com oferta de 37 vagas imediatas

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) divulgou nesta terça-feira (5) o edital de seu concurso público. Serão oferecidas 37 vagas imediatas e será formado um cadastro de reserva. Há chances em funções que exigem os níveis médio e superior.
As inscrições serão aceitas de 18 de junho a 13 de julho no site www.concursosfcc.com.br. A taxa de participação varia de R$ 55 a R$ 72, de acordo com o cargo escolhido pelo candidato. A remuneração inicial é de R$ 4.052,96 e R$ 6.611,39 em jornadas de trabalho de até 40 horas semanais.
Candidatos com nível médio poderão se inscrever no cargo de técnico judiciário, nas especialidades administrativa (geral e segurança judiciária) e de apoio especializado (programação).
Já quem tem nível superior terá a opção de analista judiciário, nas áreas judiciária, administrativa e de apoio especializado (Contabilidade, Análise de Sistemas, suporte em Tecnologia da Informação, Medicina do Trabalho e taquigrafia).
As provas estão previstas para o dia 16 de setembro. A seleção terá etapas de provas objetivas, provas discursivas / redação e avaliação prática.

Fonte: Jornal Extra

Inscrições para cursos do Comperj são prorrogadas até 15 de junho

As inscrições para os cursos gratuitos do Comperj na área de construção civil foram prorrogadas até o dia 15 de junho. A oferta é de 900 vagas para os cursos de armador, carpinteiro, eletricista, pedreiro e pintor. Em São Gonçalo serão ministrados cursos para 600 vagas. Outras 100 serão em Niterói, 100 em Maricá e 100 em Cachoeiras de Macacu.
Para se inscrever, o candidato deve apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência. Os cursos não garantem emprego aos alunos, mas auxiliam na capacitação e inserção no mercado de trabalho.
As provas serão realizadas no dia 23 de junho, e o resultado sairá em 3 de julho.

VEJA ONDE SE INSCREVER
São Gonçalo - Senai (Rua Doutor Nilo Peçanha 134, Rodo), das 9h às 18h
Niterói - Senai (Rua General Castrioto 460, Barreto), das 9h às 18h
Cachoeiras de Macacu - Secretaria de Promoção Social e Trabalho (Rua Anício Monteiro da Silva 205, Centro), das 9h às 16h
Maricá - Secretaria de Educação (Rua Barcelar da Silva Bezerra 105, bairro Boa Vista, Centro) - das 8h às 17h


Fonte: Jornal Extra

Rio+20 começa na quarta cheia de eventos

Convocada para marcar os 20 anos da realização da Rio-92, começa na quarta-feira a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a chamada Rio + 20. Durante 10 dias, o Rio de Janeiro será o centro das atenções de ambientalistas, pesquisadores, movimentos sociais e líderes mundiais comprometidos com a preservação do meio ambiente.
A Rio-92 - que tinha como nome oficial Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento - foi um marco na luta pela defesa ambiental, a partir da qual se espalhou pelo mundo a consciência da necessidade de se proteger florestas, mares, o ar e todo tipo de vida. O Riocentro, que há duas décadas abrigou a reuniões principais da Rio-92, volta a ser o grande cenário das discussões na Rio + 20. Lá acontecerão as reuniões oficiais, com acesso restrito.
O foco da Rio + 20 será o desenvolvimento sustentável. Vai se falar da "economia verde" - como garantir o desenvolvimento e a erradicação da pobreza com a adoção de práticas que não agridam o meio ambiente.
A conferência da ONU se divide em três partes. De 13 a 15 de junho, acontecerá a III Reunião do Comitê Preparatório, na qual serão negociados os termos dos documentos a serem firmados no final da conferência. Entre 16 e 19, será a vez dos Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável. E, entre 20 e 22, ocorre a reunião de alto nível com a presença de chefes de Estado e de governo de diversos países.

Paralelamente ao evento oficial no Riocentro, haverá dezenas de seminários, reuniões e exposições no Rio de Janeiro, abertos ao público, como a Cúpula dos Povos, de 15 a 23 de junho, no Parque do Flamengo. A Cúpula terá a participação de mais de 150 ONGs e movimentos sociais. O tema é Justiça Social e Ambiental. A programação da Cúpula pode ser conferida em http://cupuladospovos.org.br/Veja abaixo outros eventos:

TEDxRio+20
Nos dias 11 e 12 de junho, no Forte de Copacabana. Terá a presença de Severn Suzuki (ambientalista), Marina Silva, Jim Robbins (escritor), Natalie Jeremjenko (cientista e artista) e Fabien Cousteau (filho de Jean-Michel Cousteau e neto de Jacques-Yves Cousteau), entre outros. http://www.tedxrio20.com/


Humanidades
A partir do dia 11, no Forte de Copacabana, uma imensa estrutura criada pela diretora de teatro Bia Lessa levará o público a uma viagem do século 18 aos nossos dias, no debate sobre a preservação do planeta.


FEMACTRio+20
De 11 a 14 de junho, a Feira de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia da Rio +20 (FEMACTRio+20) reunirá cerca de 120 trabalhos de jovens do ensino fundamental e médio de escolas públicas e particulares do Estado do Rio, e alguns convidados de outros estados. Será no Armazém 4, na Avenida Rodrigues Alves, s/nº, Zona Portuária.


Cultura e Sustentabilidade
De 13 a 22 de junho, o Ministério da Cultura realiza dezenas de palestras e conferências sobre temas como cidades criativas, saberes tradicionais, cultura digital, nos Galpões da Cidadania, na Zona Portuária. Entre os convidados, o líder de catadores Tião Rocha e o artista plástico Vik Muniz. Veja a programação: http://www.cultura.gov.br/riomais20/


Sebrae+20
De 13 a 24 de junho, o Sebrae mostra projetos relacionados a sustentabilidade, no Parque dos Atletas, na Barra da Tijuca. Entre os projetos, um filme em 3D que apresenta o AmazonTech. De 11h às 19h, de segunda a sexta, e das 10h às 19h, aos sábados e domingos.


Coppe na Rio + 20
De 13 a 24 de junho, exposição de 13 projetos de tecnologias inovadoras para o desenvolvimento sustentável, nas áreas de energia, clima, oceanos, cidades sustentáveis e erradicação da pobreza. No Parque dos Atletas.


Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas
No dia 14 de junho, no Museu do Índio, em Botafogo, debate sobre o PNGATI.


Encontro Mundial de Juristas de Meio Ambiente
De 15 a 17 de junho, no Jardim Botânico. Especialistas da França, Brasil e Estados Unidos discutem o direito e o meio ambiente.


Marcha das Mulheres
No dia 18 de junho, saindo às 12h do Parque do Flamengo (Cúpula dos Povos). Organizada pela Articulação de Mulheres Brasileiras e pela Marcha Mundial das Mulheres.


Cidades Sustentáveis
No dia 18 de junho, a ONU-Habitat e a prefeitura organizam no Forte de Copacabana uma conferências abertas ao público para discutir desafios e oportunidades das áreas urbanas no século 21.


Ação Global
No dia 20 de junho, na Cinelândia, ato com a participação de integrantes do Occupy Wall Street, Indignados da Espanha e da Grécia, Primavera Árabe e Ocupe a Cinelândia.


Erradicação da Pobreza e Meio Ambiente
Nos dias 20 e 21, no auditório da sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), na Avenida Marechal Câmara, debates sobre biossegurança, poluição industrial, justiça ambiental e refugiados ambientais.


Fonte: Jornal Extra

O novo milagre econômico da Coreia do Sul

Movida a tecnologia e puxada por Samsung, Hyundai e LG, economia do país avança e vira exemplo para o Brasil



SEUL — São duas cenas emblemáticas: o showroom da Sony em Tóquio não tem filas ou consumidores desesperados para colocar as mãos em algum aparelho recém-chegado. O da Samsung, no centro de Seul, é um barulhento entra e sai de grupos de todas as idades. Tem um clima de parque de diversões, com brinquedos novos sendo inaugurados. Enquanto a japonesa Sony luta contra prejuízos e a falta de lançamentos bombásticos, a sul-coreana Samsung Electronics brilha. É a grande rival dos smartphones e tablets da Apple, tirou da Nokia o título de maior fabricante de celulares do planeta e atropelou não só a Sony como dois outros gigantes japoneses, Panasonic e Sharp, no mercado de TVs. A empresa é a síntese de um país que fez apostas certas no futuro e assumiu o papel de potência industrial e tecnológica.

Os recordes da Samsung — US$ 5,2 bilhões de lucro e 20 mil smartphones Galaxy vendidos por hora no primeiro trimestre — escancaram o novo capítulo de um milagre econômico, que tem o investimento em tecnologia como protagonista. A imagem de uma nação que fabricava produtos baratos e ruins foi substituída por outra, moderna e influente. O primeiro ciclo do crescimento sul-coreano foi impulsionado por uma economia centralizada, amparada por exportações e uma mão de obra disciplinada e mal remunerada. Foi a era de ouro dos tigres asiáticos, soterrada pela crise monetária de 1997.
Desde então, os sul-coreanos mergulharam num processo de reinvenção. Estão se movendo com o pé no acelerador e as mãos nos gadgets nacionais. Embora seu Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos pelo país) seja modesto perto do dos vizinhos japoneses e chineses (US$ 1,1 trilhão, o 15 do mundo), o país é tido por especialistas como modelo por quem busca saltos em competitividade, oportunidades de negócios e melhores índices sociais. Como o Brasil.
86% dos jovens nas faculdades
Para alcançar o mesmo salto de qualidade, o caminho que o Brasil precisa trilhar é longo. Diretor do Centro de Economia Mundial da Fundação Getulio Vargas (FGV), o economista Carlos Langoni destaca duas diferenças estruturais profundas na formação das economias do Brasil e da Coreia do Sul a partir da metade do século passado.
— Da Segunda Guerra Mundial até os anos 1990, o Brasil montou um parque industrial com baixa capacidade. Nos dois modelos, o Estado foi o motor da economia, mas o Brasil não foi exposto ao ambiente de competitividade no exterior. No caso da Coreia, a industrialização veio junto com forte estímulo às exportações, enquanto no Brasil houve um foco na substituição de importações voltada somente para atender ao nosso enorme mercado interno — diz Langoni.
Outra vantagem sul-coreana em relação ao Brasil, reflete Langoni, é a valorização da qualificação da mão de obra por meio da educação.
— O Brasil só começou a descobrir que a rentabilidade do capital humano é maior do que a do capital físico na década de 1990. Na Coreia, desde o início, houve um processo de industrialização com acumulação de capital humano — analisa.
A Samsung, maior empresa de tecnologia do mundo em faturamento, é a marca mais conhecida dessa virada, mas nomes como Hyundai e LG também comprovam o poder crescente do selo made in Korea. São grifes globais que explicam por que a Coreia do Sul do século XXI está sendo comparada ao Japão dos anos 80 e início dos 90.
— Somos um país de apenas 50 milhões de pessoas. Temos que pensar para além de nossas fronteiras, ao contrário dos japoneses, que podem focar em seu mercado doméstico. Tudo o que fizemos foi pensando na competitividade internacional — explica Kenneth Hong, diretor de comunicações da LG, segunda maior fabricante de TVs do mundo.
Entre 1970 e 2011, a renda per capita dos sul-coreanos subiu de US$ 254 para US$ 22 mil. A evolução se reflete nas ruas de Seul. A metrópole é globalizada, segura e hi-tech, com transportes públicos impecáveis. Após a guerra que dividiu a península entre comunismo e capitalismo, o Sul viu seu PIB triplicar em quatro décadas, com políticas econômicas ditadas pelo regime militar. A prioridade para a educação — uma obsessão entre os sul-coreanos — reduziu os índices de analfabetismo a menos de 1%, ajudando a deixar a pobreza no passado e a formar trabalhadores altamente qualificados (86% dos jovens cursam o ensino superior).
O ponto de ruptura veio com a crise financeira no fim dos anos 90, que sacudiu a Ásia e abriu uma nova página na história dos conglomerados sul-coreanos, os chaebol, cujos poderes iam além dos negócios. O Fundo Monetário Internacional (FMI) ajudou na recuperação do país, que já completara a transição para a democracia, e as empresas passaram por reestruturações profundas. Leis que impediam demissões caíram; fábricas foram fechadas; escritórios, enxugados, e companhias, vendidas.
A decisão do governo de investir de forma ousada em novas tecnologias, criando uma geração conectada, foi fundamental para que uma nova Coreia do Sul surgisse. De acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica da Samsung (Seri, na sigla em inglês), o país aplica hoje 3,74% do PIB na área de pesquisa e desenvolvimento — índice que só perde para os de Israel e Finlândia no ranking da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE, que reúne os países mais industrializados).
Não à toa, o PIB sul-coreano avançou 3,6% em 2011, o dobro da média da OCDE. Este ano, a projeção é crescer 3,3%.
— As reestruturações deixaram as companhias menos vulneráveis a crises globais. Além disso, passaram a tomar decisões de forma mais rápida, fator essencial em meio à revolução tecnológica. E investimos nas áreas certas. A Samsung deixou de ser analógica para apostar no universo digital — resume o analista Hansoo Kang, do Seri.
Câmbio também é trunfo de exportações
A moeda desvalorizada também está entre os trunfos das exportações sul-coreanas. Segundo dados do FMI, mil wons coreanos equivalem a US$ 0,85 ou 0,69 — ou, ainda, a R$ 1,70.
Sem uma mudança de mentalidade industrial, no entanto, marcas que hoje estão em ascensão teriam continuado apagadas, defendem os executivos. A Hyundai já foi motivo de piada entre as montadoras. Seus rivais tiveram que engolir o riso quando o sedã de luxo Genesis, projetado para competir com os dos tradicionais modelos alemães como Audi A6, BMW Série 5 e Mercedes-Benz Classe E, ganhou o prêmio de carro do ano nos EUA em 2009. Em 2011, o sedã médio Elantra repetiu o feito, desbancado concorrentes como os japoneses Toyota Corolla e Honda Civic.
— Investimos em qualidade e vemos os resultados agora. Criamos carros eficientes, com design caprichado, e apostamos na diversificação do mercado mundial, para não depender de uma região específica — explicou William Lee, vice-presidente da Hyundai, que constrói a primeira fábrica brasileira, em Piracicaba (SP), com investimento previsto de US$ 600 milhões (R$ 1,2 bilhão).
Acusada pela Apple de copiar suas patentes, a Samsung trava uma batalha ferrenha com a concorrente. Um encontro entre os executivos-chefes das duas empresas, Tim Cook e Choi Gee-Sung, foi arranjado pela corte federal de São Francisco, mas, após dois dias de conversas, não houve acordo. O início do julgamento do caso está previsto para julho. Nada que pareça abalar os arranha-céus de Seul, que está contratando engenheiros na Índia. Os talentos nacionais já não são suficientes para a ofensiva global.

Juros em cartões de lojas vão até 19,99% ao mês

Redes não acompanham bancos e governo e mantêm taxas nos boletos emitidos este mês. Especialistas orientam como clientes podem evitar o prejuízo nestas operações
Rio -  Apesar de os bancos anunciarem redução dos juros de financiamentos em diversas frentes, pressionados pelo governo federal, as administradoras de cartões de créditos de loja e supermercados os mantiveram intactos nas faturas emitidas este mês. Em alguns parcelamentos, são cobrados juros de 19,99% ao mês. O valor é quase 30 vezes maior que a taxa mensal básica (Selic), de 0,68% ao mês (8,5% ao ano).
Diante dos valores elevados, muitas vezes embutidos no custo efetivo total da compra, o
cliente deve ficar atento antes de qualquer aquisição parcelada. Segundo Gilberto Braga, economista e professor de finanças do Ibmec, é preciso lembrar que os cartões sem anuidades também oferecem riscos ocultos.
“É comum as empresas exigirem que o consumidor use o cartão todo mês. Além disso, cobra-se, em geral, uma taxa de manutenção”, afirma.
É importante ter cuidado também com os cartões de recompensas, que estimulam gastos a fim de acumular pontos. Nestes casos, o cliente pode trocar a pontuação por itens, como eletrodomésticos, eletrônicos, viagens aéreas, entre outros. “A quantidade de pontos que o usuário precisa acumular é grande, o que estimula cada vez mais gastos e gera descontrole”, diz o economista.
José Roberto Soares de Oliveira, presidente da Associação Nacional de Assistência ao Consumidor e ao Trabalhador (Anacont), orienta o consumidor a acionar a Justiça. “Estão cobrando juros sobre juros e isso é proibido pela Súmula 121 do STF”, afirma.
DICAS PARA FUGIR DO ABUSO
FINANCIAMENTO
Antes de parcelar a compra, o cliente deve fazer as contas e ver quanto fica o total do financiamento. “O problema do parcelamento é que o consumidor se deixa seduzir e divide em até 10 vezes. Só que os juros incidem sobre o valor total da compra, além do saldo devedor já existente”, orienta José Roberto Soares de Oliveira, da Anacont.
VANTAGEM EXCESSIVA
A cobrança de juros em cartões de lojas e supermercados varia de 8% a 20% ao mês nos parcelamentos, o que revela falta de igualdade nas contratações. “Essa diferença fere o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e configura prática abusiva, segundo o Artigo 39 do CDC, pois exige do cliente vantagem excessiva”, explica o advogado.
PORTABILIDADE
O economista Gilberto Braga, do Ibmec, orienta o consumidor a trocar de cartão, caso a operadora cobre mais de 8% de juros ao mês. “É muito acima da média do mercado”, diz ele. 

Fonte: Jornal O Dias

Vagas para ensino técnico

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) deve gerar 1,6 milhão de vagas em 2012. O número foi destacado pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antônio de Oliveira. O Pronatec é um conjunto de iniciativas do governo federal voltadas para ampliar o acesso de estudantes e trabalhadores brasileiros a essa modalidade educacional.

O secretário informou em sua palestra que, desse total, 1,1 milhão serão abertas em cursos de formação inicial e continuada e 500 mil em cursos técnicos. 
“Temos avançado muito nos últimos meses, tanto na oferta de cursos quanto na efetivação de matrículas”, enfatizou. 

Marco Antônio apresentou um panorama geral das ações que já estão em curso, por meio do programa, e outras que deverão ser implantadas, voltadas para a consolidação das políticas de formação profissional. 
“Temos alguns desafios, o primeiro deles é a implantação do conselho deliberativo, previsto na lei que criou o Pronatec, que está em fase de definição. Nós também pretendemos criar nos estados os fóruns permanentes estaduais do programa”, afirmou. 

Outra iniciativa importante será a criação de um cadastro virtual para acesso e candidatura dos cidadãos às vagas ofertadas pelas instituições participantes do programa. De acordo com Oliveira, o sistema também será utilizado para dimensionar as demandas por formação no país a partir das necessidades manifestadas pelos brasileiros. 
“Com isso queremos ter um retrato fiel da demanda e criar melhores condições de funcionamento do programa.”

Fórum – Até sexta-feira, dia 1°, especialistas, professores, estudantes e gestores públicos e privados debateram, em Florianópolis, temas ligados à formação profissional. O segundo dia do evento iniciou com uma conferência a respeito de educação, universalização e democratização. Também houve três debates sobre o contexto mundial da educação profissional e tecnológica, educação integral e ações afirmativas.

Fonte: Jornal O São Gonçalo

Senai oferece orientação profissional gratuita

Escolher uma profissão para seguir durante toda a vida muitas vezes pode não ser uma tarefa fácil. Para ajudar nessa difícil escolha e mostrar as melhores oportunidades no mercado de trabalho em todo o estado, o programa de orientação profissional, Terças sem Dúvidas no Senai, está com inscrições abertas. O evento acontece na próxima terça-feira, 5 de junho, em todas as unidades Senai. Os participantes poderão assistir a palestras que ajudam na escolha da profissão e mostram as novidades e a qualificação profissional exigida para cada uma delas.
As unidades tratam de temas específicos, de acordo com a realidade de cada região, como alimentos, audiovisual e animação digital, automotiva, bebidas, design, eletricidade, gestão, logística, petróleo e gás, soldagem, tecnologia da informação, entre outros.
As palestras acontecem pela manhã, tarde e noite, dependendo da unidade escolhida. A programação também inclui espaço para esclarecimento de dúvidas. Os horários estão disponíveis no endereço www.firjan.org.br/semduvidas, onde podem ser feitas as inscrições. Os interessados também podem se inscrever em uma das unidades relacionadas. 
Fonte: Jornal O São Gonçalo

Tapete de sal em São Gonçalo

Em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, católicos montaram um tapete de quase 1,5 km de extensão. Segundo os fiéis, esse é o maior tapete de sal da América Latina. Vinte e quatro comunidades religiosas do município se reuniram para manter a tradição. Este ano, foram usados 200 sacos de serragem e 50 toneladas de sal que formaram mais de 200 obras de arte. 

Fonte: Jornal O Globo