‘Caipiras’ de Itaúna: alegria e tradição

A Prefeitura de São Gonçalo, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, apoia mais um ano a realização de uma das mais tradicionais festas caipiras de São Gonçalo (RJ): a festa no Rodo de Itaúna. Iniciada no último fim de semana, ainda dá tempo de curtir o que há de melhor do gênero, entre os dias 01 e 03 de julho. Vai ter quentão, comidas típicas, muita brincadeira e, claro, não poderia faltar a quadrilha com o casamento na roça. A entrada é gratuita, a partir das 19h.
Tradicional no bairro, a festa de Itaúna ganha mais força a cada ano, indo na direção contrária das outras festas de rua, já não mais existentes na maioria dos lugares. Os “caipiras de Itaúna” não se deixam abater e driblam qualquer dificuldade para manter acesa a tradição de São João. O resultado, muita maquiagem, adereços e disposição para fazer um dos melhores arraiás da região.
Muitas barracas estarão espalhadas pelo Rodo de Itaúna, principal referência do bairro. Além da música caipira, comidas de todos os tipos, doces e salgadas, pau de sebo, pescaria, correio do amor, fogueira, entre outras atrações, prometem uma grande festa no local.
Vale lembrar que Itaúna e bairros adjacentes estão entre os que mais sofreram com os temporais no Estado em 2010. Naquele mesmo ano, os moradores que organizam a festa superaram a tristeza pelas perdas no local e despejaram toda a esperança de uma comunidade no evento, em simples atos, como sorrir e se divertir.
Manter a tradição é, além da diversão, ressaltar o espírito de luta e de esperança dos moradores de Itaúna e dos bairros vizinhos (Salgueiro, Palmeiras, entre outros). Valorizando a superação de cada um, a Prefeitura de São Gonçalo, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, contribui com esse processo e se faz presente na organização, prestando apoio logístico e na divulgação do evento.
Fonte:Página Oficial  PMSG

PREFEITURA LADO A LADO COM O MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

Das 1.050 vagas abertas pelo processo seletivo público de agentes comunitários de saúde para o Programa de Saúde Familiar (PSF) em São Gonçalo, 545 já fazem parte do quadro de funcionários da Fundação Municipal da Saúde (FMS) da Prefeitura de São Gonçalo. Eles passaram por prova objetiva e curso de formação continuada. Os requisitos foram estipulados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) por intermédio de um Termo de Compromisso de Conduta, 50/2009, com a fundação.
O compromisso obriga a Prefeitura de São Gonçalo a contratar agentes comunitários de saúde apenas mediante concurso público. Após sua realização, dispensar todos os agentes públicos que não tenham sido contratados conforme os critérios estabalecidos pelo MPT, com ressalva para manter a validade do processo seletivo temporário realizado em 2001.
O não cumprimento das exigências do MPT implicará no pagamento de multa diária no valor de R$ 1 mil por trabalhador contratado e não dispensado. Nesse caso, seriam R$ 545 mil por dia.
O concurso público foi realizado em 27 de abril, dentro do prazo estipulado pelo MPT, em que foram abertas 1.050 vagas. Seu prazo de validade é de dois anos, podendo ser prorrogado mais uma vez por igual período. Os aprovados serão chamados conforme demanda do município dentro desse tempo.
Os agentes, além da prova objetiva, são avaliados durante o curso de formação continuada. Eles precisam ter 50% de aproveitamento e 75% de presença para estarem aptos a trabalhar para o PSF, que é um programa do governo federal sem caráter definitivo.
Os agentes comunitários de saúde são contratados de acordo com o regime de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), não tendo, por tanto, garantia de estabilidade de emprego como o servidor estatuário (efetivo).
Página Oficial PMSG

Audiência na Alerj discute projeto da Linha 3 do metrô


O projeto da Linha 3, que vai ligar Itaboraí ao Rio, depende agora de uma autori­zação do Tribunal de Contas da União (TCU). A afirmação foi dada pelo assessor especial de Projetos da Secretaria de Estado de Transportes (Setrans), Carlos Zavataro, durante audiência da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa (Alerj) realizada ontem. Para a discus­são foram convidados o secre­tário de Estado de Transportes, Júlio Lopes; os prefeitos de São Gonçalo, Aparecida Panisset; de Itaboraí, Sérgio Soares; e de Niterói, José Roberto Silveira; e o secretário de Cultura e Tu­rismo de São Gonçalo, Carlos Ney. Apenas Itaboraí enviou representantes.
Segundo Zavataro, o atraso das obras ocorre por causa de um questionamento do TCU sobre a licitação realizada há nove anos para erguer o trecho de um dos lotes do empreendi­mento entre Niterói e o bairro de Guaxindiba, em São Gon­çalo. Presidente da Comissão da Alerj, o deputado Marcelo Simão (PSB) lamentou a demo­ra das obras.
"Vamos continuar cobrando do Governo estadual para que esse processo tenha um desfecho o mais rápido possível, pois a população daquela região precisa do metrô", afirmou o parlamentar.
Zavataro informou que o projeto de construção da Linha 3 foi dividido em três lotes, mas apenas um foi licitado. A previsão da secretaria é de que este lote, que deverá atender cerca de 350 mil passageiros por dia durante o primeiro ano de operação, seja concluído em dois anos a partir do início das intervenções estruturais. Ainda de acordo com a Setrans, este primeiro trecho de 23 quilôme­tros vai custar R$ 1,2 bilhão aos cofres públicos, sendo 80% deste valor custeados pelo Governo federal.
Segundo o professor de En­genharia da Universidade Fede­ral do Rio (UFRJ) Fernando Mac Dowell, a obra é fundamental, pois se a linha 3 não for viabili­zada antes do início da operação do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj) os congestiona­mentos na Ponte Rio-Niterói poderiam aumentar em até 60%.
"Levando-se em conta o aumento dos investimentos na Região Metropolitana, princi­palmente com a entrada em operação do Comperj, em Ita­boraí, vamos passar a ter uma quantidade de veículos muito maior do que hoje trafegando por aquela região. Com isso, po­derá haver um aumento de até 60% das horas congestionadas na Ponte Rio-Niterói", apontou. "Esta nova linha metroviária vai resolver boa parte do proble­ma", completou.
Na audiência estavam pre­sentes ainda os deputados Luiz Paulo (PSDB) e Comte Bitten­court e José Luiz Nanei, ambos do PPS, além de representantes da Prefeitura ae Itaboraí e da Federação Nacional dos Metro- viários (Fenametro). ■

Fonte: O Fluminense


São Gonçalo, valei

O economista Mauro Osório, especialista em economia  fluminense, acha que Niterói deve à pobre São Gonçalo, veja só, o fato de ter a maior renda domiciliar per capita do país.
Muita gente de renda baixa que trabalha em Niterói mora, na verdade, na cidade vizinha
Fonte: Jornal O Globo

FEIRA DA MULHER EMPREENDEDORA EM RITMO DE FESTA JUNINA

O projeto “Feira da Mulher Empreendedora de São Gonçalo” participará, nesta quarta-feira (29/06), do arraiá junino do Espaço Momento Musical, na Rua Salvatori. O ritmo caipira, comum as festas juninas, dará ao tom ao evento no dia de São Pedro, que, segundo a crença popular, guarda as chaves do céu. As artesãs embaladas pela data deram um toque especial aos produtos com detalhes típicos da época.
Criada em 2008, a Feira da Mulher Empreendedora é um projeto da Secretaria de Integração e Políticas para as Mulheres que já tem mais de 120 artesãs cadastradas.
Serviço:
Evento: Em ritmo de festa junina a Feira da Mulher Empreendedora se apresenta nesta quarta no Espaço Momento Musical Salvatori
Dia: 29/06/11
Hora: 09h às 17h
Local: Momento Musical da Salvatori (próximo à Prefeitura de São Gonçalo)
Endereço: Rua Salvatori, s/nº, Centro -SG
       
Fonte: Página Oficial PMSG      

CONVITE - Festa na Fazenda

Representantes dos municípios envolvidos (Niterói, SG e Itaboraí) que serão atendidos participaram de reunião. Iniciativa depende agora de autorização do Tribunal de Contas

O projeto da Linha 3, que vai ligar Itaboraí ao Rio, depende agora de uma autorização do Tribunal de Contas da União (TCU). A afirmação foi dada pelo assessor especial de Projetos da Secretaria de Estado de Transportes (Setrans), Carlos Zavataro, durante audiência da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa (Alerj) realizada na última segunda-feira . Para a discussão foram convidados o secretário de Estado de Transportes, Júlio Lopes; os prefeitos de São Gonçalo, Aparecida Panisset; de Itaboraí, Sérgio Soares; e de Niterói, José Roberto Silveira; e o secretário de Cultura e Turismo de São Gonçalo, Carlos Ney. Apenas Itaboraí enviou representantes.
Segundo Zavataro, o atraso das obras ocorre por causa de um questionamento do TCU sobre a licitação realizada há nove anos para erguer o trecho de um dos lotes do empreendimento entre Niterói e o bairro de Guaxindiba, em São Gonçalo. Presidente da Comissão da Alerj, o deputado Marcelo Simão (PSB) lamentou a demora das obras.
“Vamos continuar cobrando do Governo estadual para que esse processo tenha um desfecho o mais rápido possível, pois a população daquela região precisa do metrô”, afirmou o parlamentar.
Zavataro informou que o projeto de construção da Linha 3 foi dividido em três lotes, mas apenas um foi licitado. A previsão da secretaria é de que este lote, que deverá atender cerca de 350 mil passageiros por dia durante o primeiro ano de operação, seja concluído em dois anos a partir do início das intervenções estruturais. Ainda de acordo com a Setrans, este primeiro trecho de 23 quilômetros vai custar R$ 1,2 bilhão aos cofres públicos, sendo 80% deste valor custeados pelo Governo federal.
Segundo o professor de Engenharia da Universidade Federal do Rio (UFRJ) Fernando Mac Dowell, a obra é fundamental, pois se a linha 3 não for viabilizada antes do início da operação do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj) os congestionamentos na Ponte Rio-Niterói poderiam aumentar em até 60%.
“Levando-se em conta o aumento dos investimentos na Região Metropolitana, principalmente com a entrada em operação do Comperj, em Itaboraí, vamos passar a ter uma quantidade de veículos muito maior do que hoje trafegando por aquela região. Com isso, poderá haver um aumento de até 60% das horas congestionadas na Ponte Rio-Niterói”, apontou. “Esta nova linha metroviária vai resolver boa parte do problema”, completou.
Na audiência estavam presentes ainda os deputados Luiz Paulo (PSDB) e Comte Bittencourt e José Luiz Nanci, ambos do PPS, além de representantes da Prefeitura de Itaboraí e da Federação Nacional dos Metroviários (Fenametro).

Fonte: O Fluminense

‘Pretendo humanizar a Saúde em São Gonçalo’

O secretário de Saúde de São Gonçalo, Márcio Panisset, revelou que o seu primeiro objetivo no retorno ao Executivo municipal foi humanizar o atendimento no Pronto Socorro Central, no Zé Garoto. Ele aproveitou para reafirmar que a sua volta para o governo foi um pedido da prefeita Aparecida Panisset (PDT). Perguntado sobre os investimentos que a cidade vem recebendo na Saúde, Márcio anunciou que o Pronto Socorro de Alcântara, que está em reforma, será reaberto em três meses, oferecendo serviços de radioterapia e quimioterapia à população gonçalense.
O SÃO GONÇALO - Secretário, o senhor ficou quase um ano longe da Saúde em São Gonçalo. Como foi este reencontro e como o senhor encontrou o setor?
MÁRCIO PANISSET – Neste primeiro momento nosso compromisso foi humanizar o atendimento no Luiz Palmier (Pronto Socorro Central) e no Pronto Socorro infantil, onde existia uma necessidade de intervenção. Como secretário o desgaste é muito maior do que como deputado, mas voltei por um pedido da prefeita por entender que existe a necessidade de darmos continuidade a um processo que eu deixei ao sair da secretaria.
OSG - Desde que o senhor voltou para o comando da pasta, vários investimentos foram anunciados. Quais são os novos planos para os próximos meses para melhorar a Saúde em São Gonçalo?
MÁRCIO – Conseguimos neste pouco tempo anunciar importantes novidades. Na questão do pronto socorro infantil, vamos inaugurar em 20 dias o raio-X, que antes tinha que ser feito no Luiz Palmier. Temos também a questão dos investimentos para o Pronto Socorro de Alcântara, que está passando por obras internas e deve ficar concluído em três meses. Lá iremos realizar um serviço importante de quimioterapia e radioterapia, além de concentrar esses atendimentos. É que o PSA possui uma área superior a existente no Pronto Socorro Central.
OSG – Falando na questão do número de atendimentos, São Gonçalo vem recebendo muitos pacientes de outros municípios, tornando o trabalho mais lento. O que está sendo feito para resolver a questão?
MÁRCIO – Isso vem acontecendo hoje e nós teremos um choque ainda maior quando o Complexo Petroquímico (Comperj) estiver funcionando. Atualmente, nós recebemos demanda de Itaboraí, Maricá, Rio Bonito. A nossa gestão é pensada para o povo e não podemos recusar ninguém, até porque nós somos o Conleste e integramos um mesmo consórcio. É preciso abrir as mentes, pensar em modelos de saúde que sejam voltadas para um atendimento de todos, não apenas para São Gonçalo, que é melhor ou pior que Niterói ou Itaboraí. Temos que aumentar a mobilidade na saúde.
OSG – O senhor é defensor da criação de um Plano Diretor de Saúde do Conleste?
MÁRCIO – Eu sou defensor da conversa. O que é preciso inserir na mentalidade de todos os prefeitos e secretários é que não somos donos de empresas, estamos aqui escolhidos pelo povo. Temos que pensar nos benefícios deles.
OSG – Efetivamente fala-se muito sobre a chegada do Comperj. Mas, na prática, pouco está sendo feito aos olhos da população. Na questão da Saúde, a realização de reuniões constantes entre os secretários do Conleste não seria uma forma de tentar ao menos amenizar o processo?
MÁRCIO – O plano é algo que ainda está embaralhado na cabeça das pessoas. O Comperj vai mudar as nossas vidas, as nossas rotinas. Não há dimensão para mensurar o quanto a Região Metropolitana 2 (Leste Fluminense) será impactada. Nós estamos atrasados, assim como o país está com relação à Copa do Mundo de 2014. O Comperj é aqui e agora. Temos que pensar na reestruturação da região para recebermos esse investimento. Eu sou totalmente a favor dessa sugestão, até porque pode ser uma maneira de chegarmos a um acordo. O tempo está passando muito rápido e nada está sendo efetivamente realizado.
OSG - Semana passada, o senhor e a prefeita estiveram com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Qual a sua avaliação deste encontro?
MÁRCIO – Estamos fomentando e estreitando laços com Brasília. A Saúde é uma preocupação da presidenta Dilma Rousseff. Ela está ciente do que está acontecendo em São Gonçalo e, por isso, investiu em nossa cidade. Neste sentido, devo agradecer ao deputado federal Brizola Neto (PDT-RJ), que vem brigando muito por nossa causa, sendo um grande aliado e interlocutor.
OSG – Como está a sua participação no PDT de Itaboraí, onde o senhor está morando agora?
MÁRCIO – O PDT de Itaboraí precisava se organizar. Não havia uma comissão temporária para tomar decisões relacionadas ao interesse da legenda na cidade. Quem me convocou para esta ‘missão’ foi o ministro Carlos Lupi (Trabalho e Renda). Ele me pediu para organizar a sigla na cidade e efetuar as mudanças necessárias. Estou indo para fazer isto. Depois vamos pensar em questão de presidência de partido e mais a frente a eleição. Temos que pensar em quadro partidário, filiados, levantar o PDT na cidade. Sou pedetista de coração e a oportunidade de abraçar a causa do partido surgiu e eu analisarei todas as possibilidades de futuro.
Fonte: Jornal O São Gonçalo

São Gonçalo reduz dívidas com a União

Menos de uma semana depois de conseguir a renovação do do Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) até dezembro deste ano, a prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset (PDT), anunciou, ontem, que a cidade acertou o parcelamento de dívidas anteriores de tributos do governo federal (PASEP). De acordo com o secretário municipal de Seguridade Social, Jorge Magdaleno, a negociação eletrônica destes débitos vai resultar em uma economia de quase R$ 3 milhões aos cofres públicos.
Magdaleno disse ainda que este valor será abatido do total da dívida contraída ainda no governo Henry Charles (2001-2004), atualmente calculada em R$ 7,2 milhões.
“É fundamental a regularidade fiscal para um município, pois permite um repasse de recursos provenientes de transferências voluntárias (convênios), como também adesão a outros, além de não assumir o risco de retenção de transferências constitucionais. Quanto a redução de dívida, a mesma se deu por conta da aderência tempestiva ao programa estabelecido na lei federal, que veio a reduzir juros e multa”, declarou Panisset.
Apoio - O secretário municipal de Seguridade Social ressaltou o apoio que tem recebido da prefeita Aparecida Panisset para regularizar o município junto ao governo federal.
“A prefeita Aparecida Panisset sabe da importância da regularidade para a cidade e nos dá total apoio nesse importante trabalho. Temos certificação digital e acompanhamos constantemente a situação fiscal. São Gonçalo hoje é uma referência”, disse Magdaleno.
Fonte: O São Gonçalo