A Ampla anunciou uma redução de 2,82% no preço da energia elétrica para consumidores residenciais a partir deste mês de agosto. Com a medida, cerca de 2,5 milhões de clientes em 66 municípios do Estado do Rio de Janeiro serão beneficiados.
A redução do preço deve-se ao fim da cobrança da Recomposição Tarifária Extraordinária (RTE). A taxa foi instituída em 2002 para repor as perdas decorrentes do racionamento de energia, que durou entre junho de 2001 e fevereiro de 2002.
Segundo a Ampla, neste primeiro mês, os consumidores terão um desconto proporcional que vai variar de acordo com o fechamento de suas contas. Por exemplo, se um cliente tiver a data de leitura do consumo no dia 20 de agosto, a redução será relativa aos 20 dias de consumo. Na próxima conta, o desconto será integral.
Os consumidores que pagam a “Tarifa Baixa Renda” não terão a redução, já que eles não pagavam a RTE. Já para as classes comercial, industrial, poder público e serviços públicos, a diminuição será ainda maior, de 7,32%.
Deficientes têm passe livre no METRO RIO
Segunda-feira, 02 de agosto de 2010
Pessoas com necessidades especiais e doentes crônicos com seus acompanhantes legais têm passe livre no Metrô Rio. É garantia do Cartão Gratuidade que dá direito a circular no metrô sem pagar nada, a qualquer hora e quantas vezes forem necessárias.
Para receber o Cartão Gratuidade é preciso fazer um cadastro no Posto de Gratuidades, na Estação Central do Metrô Rio. O posto funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 12h, exceto em feriados.
É preciso dirigir-se ao Posto de Gratuidades na Estação Central, e apresentar:
* Estar cadastrado junto à SETRANS (Secretaria de Transportes do Estado), e ter seu processo deferido e concedido para o modal metrô;
* Documento legal de identidade (original); e
* Comprovante de residência de um dos últimos três meses.
Em 30 dias o cartão fica pronto e deve ser retirado pelo usuário beneficiado. Em caso de perda ou roubo é preciso procurar o Posto de Gratuidades, na Estação Central, com o boletim de ocorrência, para solicitar a 2° via do cartão.
A revalidação do cartão gratuidade para portadores de doenças crônicas está restringida a revalidação de seu cadastro pela SETRANS (Secretaria de Transportes do Estado). Antes do vencimento, procure um dos postos da SETRANS e, após a renovação, compareça ao Posto de Gratuidade. Já para os portadores de necessidades especiais é feita através de comunicados nas estações.
Multiplique essa informação. Converse com amigos, vizinhos e familiares. Todos precisam saber que o Metrô Rio se preocupa com o cidadão.
Fonte: Metrô Rio.
Pessoas com necessidades especiais e doentes crônicos com seus acompanhantes legais têm passe livre no Metrô Rio. É garantia do Cartão Gratuidade que dá direito a circular no metrô sem pagar nada, a qualquer hora e quantas vezes forem necessárias.
Para receber o Cartão Gratuidade é preciso fazer um cadastro no Posto de Gratuidades, na Estação Central do Metrô Rio. O posto funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h e aos sábados das 8h às 12h, exceto em feriados.
É preciso dirigir-se ao Posto de Gratuidades na Estação Central, e apresentar:
* Estar cadastrado junto à SETRANS (Secretaria de Transportes do Estado), e ter seu processo deferido e concedido para o modal metrô;
* Documento legal de identidade (original); e
* Comprovante de residência de um dos últimos três meses.
Em 30 dias o cartão fica pronto e deve ser retirado pelo usuário beneficiado. Em caso de perda ou roubo é preciso procurar o Posto de Gratuidades, na Estação Central, com o boletim de ocorrência, para solicitar a 2° via do cartão.
A revalidação do cartão gratuidade para portadores de doenças crônicas está restringida a revalidação de seu cadastro pela SETRANS (Secretaria de Transportes do Estado). Antes do vencimento, procure um dos postos da SETRANS e, após a renovação, compareça ao Posto de Gratuidade. Já para os portadores de necessidades especiais é feita através de comunicados nas estações.
Multiplique essa informação. Converse com amigos, vizinhos e familiares. Todos precisam saber que o Metrô Rio se preocupa com o cidadão.
Fonte: Metrô Rio.
Com desigualdade, IDH-D do Brasil cai 19%, aponta nova metodologia do PNUD
Terça-feira, 27 de julho de 2010
As condições de vida desiguais no Brasil corroem quase 1/5 do padrão de desenvolvimento do país, segundo um relatório divulgado nesta sexta-feira pelo PNUD. O estudo traz o cálculo do IDH-D (Índice de Desenvolvimento Humano ajustado à Desigualdade) que “penaliza” as diferenças de rendimentos, de escolaridade e de saúde. O IDH brasileiro cai 19% quando, em vez de levar em conta as médias nacionais como ocorre geralmente, considera essas disparidades. Ajustado de acordo com o mesmo método, o índice da América Latina e do Caribe tem queda semelhante (-19,1).
Os dados estão no Relatório Regional sobre Desenvolvimento Humano para a América Latina e o Caribe 2010, intitulado “Atuar sobre o futuro: romper a transmissão intergeracional da desigualdade”. A publicação constata que a desigualdade na região é alta, persistente e ocorre em um contexto de baixa mobilidade social.
O texto aborda o fosso entre vários grupos (homens e mulheres, zona rural e urbana, brancos e negros/índios) e sob vários aspectos, mas a medida mais sintética apresentada é o novo IDH. A metodologia que “pune” os locais mais desiguais já havia surgido em pesquisas do PNUD no México e na Argentina, mas é a primeira vez que é aplicada para uma região do globo.
O novo índice não pode ser comparado ao divulgado nos relatórios internacionais, pois usa indicadores diferentes (veja quadro ao lado). No estudo para a América Latina, o PNUD desenvolveu um IDH parecido com o original, levando em conta as médias de cada país, e depois o ajustou de acordo com a desigualdade, dando maior peso aos domicílios que estão na parte mais baixa da escala social. Os aspectos considerados foram os mesmos do IDH tradicional: renda, educação e saúde.
Num cenário em que se dá grande ênfase à disparidade, os países mais penalizados foram Nicarágua (em que o IDH-D é 47,3% menor que o IDH), Bolívia (-41,9%), Honduras (-38,4%) e Colômbia (-26,9%). Isso significa que, nessas nações, o “custo da desigualdade” é maior. Na outra ponta estão Uruguai (-3,9%), Argentina (-5,9%) e Chile (-6,5%). Os dados são de 2005 a 2008, de acordo com o país.
No Brasil, de acordo com cálculos baseados em números de 2008, o IDH "tradicional" é de 0,777, e o IDH-D, 0,629. No ranking dos dois índices o Brasil fica em oitavo na América Latina, embora a distância para o nono (República Dominicana) recue de 0,044 para 0,031 ponto.
A desigualdade de renda é a que mais pesa sobre o IDH brasileiro ajustado (queda de 22,3%), seguido de educação (-19,8%) e saúde (-12,5%). Na América Latina a tendência é a mesma, mas com intensidade menor (queda de 18,8% na dimensão renda, 16,6% em educação e 12% em saúde).
Problema persistente
Esses dados demonstram que as disparidades, além de serem um problema por si mesmas, têm efeitos graves no padrão de vida das pessoas. Na América Latina, o problema adquire contornos mais dramáticos por ter sobrevivido a uma série de políticas públicas ao longo das últimas décadas — desde as de perfil mais intervencionista, como nos anos 50, até as reformas de mercado nos anos 80 e 90. “A desigualdade de rendimentos, educação, saúde e outros indicadores persiste de uma geração à outra, e se apresenta num contexto de baixa mobilidade socioeconômica”, afirma o relatório.
Isso se deve, em parte, ao fato de que “a desigualdade produz desigualdade”. O texto salienta, no entanto, que não são apenas as condições nos domicílios que determinam a perpetuação. Há fatores que emperram as políticas públicas destinadas a deter o fosso social, como “a baixa qualidade da representação política, a debilidade das instituições, o acesso desigual à influência sobre a elaboração e a aplicação das políticas específicas e as falhas institucionais que resultam em corrupção e captura do Estado”. Esses problemas “contribuem para que a dinâmica política reforce, em vez de evitar, a reprodução da desigualdade”.
O estudo defende, porém, que é possível, sim, “romper o círculo vicioso”. Para isso, são necessárias políticas que mirem a própria desigualdade. No prefácio, por exemplo, o diretor do PNUD para a América Latina e o Caribe, Heraldo Muñoz, afirma que o combate à pobreza deve permanecer como estratégia central dos programas sociais, mas que “é preciso ir além: a desigualdade por si mesma é um obstáculo para o avanço no desenvolvimento humano, e sua redução deve incorporar-se explicitamente na agenda pública”.
O relatório propõe políticas públicas que tenham alcance (que cheguem às pessoas que precisam), amplitude (que contemplem o conjunto de fatores que perpetuam o problema) e apropriação (as pessoas devem sentir-se e ser agentes de seu próprio desenvolvimento). As intervenções públicas, sustenta o documento, devem fundamentar-se “numa clara definição das coalizões políticas que as tornem viáveis”, devem fazer uma análise detalhada das restrições que enfrentarão (limitação de recursos, por exemplo) e devem reforçar a cidadania, adotar regras de transparência e prestação de contas.
As condições de vida desiguais no Brasil corroem quase 1/5 do padrão de desenvolvimento do país, segundo um relatório divulgado nesta sexta-feira pelo PNUD. O estudo traz o cálculo do IDH-D (Índice de Desenvolvimento Humano ajustado à Desigualdade) que “penaliza” as diferenças de rendimentos, de escolaridade e de saúde. O IDH brasileiro cai 19% quando, em vez de levar em conta as médias nacionais como ocorre geralmente, considera essas disparidades. Ajustado de acordo com o mesmo método, o índice da América Latina e do Caribe tem queda semelhante (-19,1).
Os dados estão no Relatório Regional sobre Desenvolvimento Humano para a América Latina e o Caribe 2010, intitulado “Atuar sobre o futuro: romper a transmissão intergeracional da desigualdade”. A publicação constata que a desigualdade na região é alta, persistente e ocorre em um contexto de baixa mobilidade social.
O texto aborda o fosso entre vários grupos (homens e mulheres, zona rural e urbana, brancos e negros/índios) e sob vários aspectos, mas a medida mais sintética apresentada é o novo IDH. A metodologia que “pune” os locais mais desiguais já havia surgido em pesquisas do PNUD no México e na Argentina, mas é a primeira vez que é aplicada para uma região do globo.
O novo índice não pode ser comparado ao divulgado nos relatórios internacionais, pois usa indicadores diferentes (veja quadro ao lado). No estudo para a América Latina, o PNUD desenvolveu um IDH parecido com o original, levando em conta as médias de cada país, e depois o ajustou de acordo com a desigualdade, dando maior peso aos domicílios que estão na parte mais baixa da escala social. Os aspectos considerados foram os mesmos do IDH tradicional: renda, educação e saúde.
Num cenário em que se dá grande ênfase à disparidade, os países mais penalizados foram Nicarágua (em que o IDH-D é 47,3% menor que o IDH), Bolívia (-41,9%), Honduras (-38,4%) e Colômbia (-26,9%). Isso significa que, nessas nações, o “custo da desigualdade” é maior. Na outra ponta estão Uruguai (-3,9%), Argentina (-5,9%) e Chile (-6,5%). Os dados são de 2005 a 2008, de acordo com o país.
No Brasil, de acordo com cálculos baseados em números de 2008, o IDH "tradicional" é de 0,777, e o IDH-D, 0,629. No ranking dos dois índices o Brasil fica em oitavo na América Latina, embora a distância para o nono (República Dominicana) recue de 0,044 para 0,031 ponto.
A desigualdade de renda é a que mais pesa sobre o IDH brasileiro ajustado (queda de 22,3%), seguido de educação (-19,8%) e saúde (-12,5%). Na América Latina a tendência é a mesma, mas com intensidade menor (queda de 18,8% na dimensão renda, 16,6% em educação e 12% em saúde).
Problema persistente
Esses dados demonstram que as disparidades, além de serem um problema por si mesmas, têm efeitos graves no padrão de vida das pessoas. Na América Latina, o problema adquire contornos mais dramáticos por ter sobrevivido a uma série de políticas públicas ao longo das últimas décadas — desde as de perfil mais intervencionista, como nos anos 50, até as reformas de mercado nos anos 80 e 90. “A desigualdade de rendimentos, educação, saúde e outros indicadores persiste de uma geração à outra, e se apresenta num contexto de baixa mobilidade socioeconômica”, afirma o relatório.
Isso se deve, em parte, ao fato de que “a desigualdade produz desigualdade”. O texto salienta, no entanto, que não são apenas as condições nos domicílios que determinam a perpetuação. Há fatores que emperram as políticas públicas destinadas a deter o fosso social, como “a baixa qualidade da representação política, a debilidade das instituições, o acesso desigual à influência sobre a elaboração e a aplicação das políticas específicas e as falhas institucionais que resultam em corrupção e captura do Estado”. Esses problemas “contribuem para que a dinâmica política reforce, em vez de evitar, a reprodução da desigualdade”.
O estudo defende, porém, que é possível, sim, “romper o círculo vicioso”. Para isso, são necessárias políticas que mirem a própria desigualdade. No prefácio, por exemplo, o diretor do PNUD para a América Latina e o Caribe, Heraldo Muñoz, afirma que o combate à pobreza deve permanecer como estratégia central dos programas sociais, mas que “é preciso ir além: a desigualdade por si mesma é um obstáculo para o avanço no desenvolvimento humano, e sua redução deve incorporar-se explicitamente na agenda pública”.
O relatório propõe políticas públicas que tenham alcance (que cheguem às pessoas que precisam), amplitude (que contemplem o conjunto de fatores que perpetuam o problema) e apropriação (as pessoas devem sentir-se e ser agentes de seu próprio desenvolvimento). As intervenções públicas, sustenta o documento, devem fundamentar-se “numa clara definição das coalizões políticas que as tornem viáveis”, devem fazer uma análise detalhada das restrições que enfrentarão (limitação de recursos, por exemplo) e devem reforçar a cidadania, adotar regras de transparência e prestação de contas.
Bispos do Rio de Janeiro divulgam orientações sobre as eleições
Quarta-feira, 21 de julho de 2010
Os bispos do Regional Leste 1 da CNBB (estado do Rio de Janeiro, divulgaram, no início da semana, uma nota contendo orientações e critérios para as eleições de outubro. Segundo os bispos, o eleitor deve votar em candidatos que defendam a dignidade da pessoa humana e a vida, a família, a liberdade de educação. Lembram, ainda, os princípios da solidariedade e da subsidiariedade e o compromisso com a cultura da paz.
ORIENTAÇÕES E CRITÉRIOS PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES
ORIENTAÇÕES E CRITÉRIOS PARA AS PRÓXIMAS ELEIÇÕES
O Brasil está vivendo um momento peculiar – oportunidades e dificuldades – na sua história. De um lado, por seu crescimento interno e pelo seu destaque no cenário internacional, por outro pela continuidade de desigualdades sociais perversas, e pela corrupção que corrói e abrange todas as estruturas e instituições, prejudicando seriamente a credibilidade da classe política.
A Igreja, comprometida com o bem comum e a defesa irrestrita da dignidade e dos direitos humanos, apoia as iniciativas que contribuam para garanti-los a todos e denuncia distorções inaceitáveis presentes em vários programas, que como veremos ferem os princípios que norteiam a doutrina social cristã. O que está em jogo é uma visão da pessoa humana e da sociedade, solidária com a dignidade de todos, a favor da vida e aberta ao transcendente.
Para iluminar este processo eleitoral, a comunidade eclesial – que pela sua universalidade não pode se identificar com interesses particulares, partidários ou de determinado candidato/a – busca oferecer critérios de escolha e discernimento para as pessoas de boa vontade e cidadãos responsáveis. Também deseja que sejam votados candidatos coerentes com a defesa dos princípios éticos e cristãos.
Em consonância com estes mesmos princípios apresentamos as seguintes orientações e critérios:
Antes de tudo, é necessário “valorizar o voto” que decide a vida pública do nosso País e dos nossos Estados nos próximos anos. O meu voto é precioso! Não se compra! Nele se manifesta a minha liberdade e a minha decisão. Recentemente obtivemos a vitória do projeto de lei denominado “Ficha Limpa” que por decisão do TSE se aplicará nestas eleições. Cabe agora vigiar e cuidar para eliminar do pleito aqueles candidatos corruptos que contaminam o cenário político e destroem a democracia.
1. O primeiro critério para votar em um candidato é a defesa da dignidade da Pessoa Humana e da Vida em todas as suas manifestações, desde a sua concepção até o seu fim natural com a morte. Rejeitamos veementemente toda forma de violência, bem como qualquer tipo de aborto, de exploração e mercado de menores, de eutanásia e qualquer forma de manipulação genética.
2. O segundo critério é a defesa da Família na qual a pessoa cresce e se realiza. Por isso devem ser votados aqueles candidatos que incentivam, com propostas concretas, o desenvolvimento da família segundo o plano de Deus. Opõem-se ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, à adoção de crianças por casais homoafetivos, à legalização da prostituição, das drogas e ao tráfico de mulheres.
3. O terceiro critério é a liberdade de Educação pela qual os pais têm o direito de educar os filhos segundo a visão de vida que eles julguem mais adequada. Isso comporta uma luta pela qualidade da escola pública e pela defesa da escola particular, defendendo o ensino religioso confessional e plural, de acordo com o princípio constitucional da liberdade religiosa, reconhecido também no recente Acordo entre Brasil e Santa Sé.
4. O quarto critério é o princípio da solidariedade, segundo o qual o Estado e as famílias devem ter uma particular atenção preferencial pelos pobres, àqueles que são excluídos e marginalizados. Deve-se garantir uma cidadania plena para todos/as, assegurando o pleno exercício dos direitos sociais: trabalho, moradia, saúde, educação e segurança.
5. O quinto critério é o princípio de subsidiariedade, ou seja, haja autonomia e ação direta participativa dos grupos, associações e famílias fazendo o que podem realizar, sem interferências ou intromissões do Estado. Este deve apoiar e subsidiar, nunca abafar ou sufocar as liberdades e a criatividade das pessoas. Assim elas poderão exercer uma cidadania ativa e gestora.
6. Enfim, diante de uma situação de violência generalizada, os candidatos devem, de forma concreta e decidida, comprometer-se na construção de uma Cultura da Paz em todos os níveis, particularmente na educação e na defesa da infância e da adolescência.
Do ponto de vista prático nas paróquias e em nossas associações e movimentos, se dê grande importância a este momento eleitoral e se realizem debates sempre com vários candidatos de vários partidos, em vista da realização do bem comum. Durante os eventos promovidos pela diocese ou pelas paróquias nunca devem aparecer faixas, cartazes ou outro tipo de sinais que identifiquem e apoiem os candidatos.
O trabalho político, ao quais todos são chamados, cada um segundo a sua maneira de ser, é uma forma de mostrar a incidência do Evangelho na vida concreta, visando à construção de uma sociedade justa, fraterna e equitativa. Em consequência haverá uma esperança real para tantas pessoas céticas, desnorteadas e confusas com a política atual. É uma grande oportunidade que os católicos e todas as pessoas de boa vontade não podem perder.
OS BISPOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,
Regional LESTE 1 da CNBB
A Igreja, comprometida com o bem comum e a defesa irrestrita da dignidade e dos direitos humanos, apoia as iniciativas que contribuam para garanti-los a todos e denuncia distorções inaceitáveis presentes em vários programas, que como veremos ferem os princípios que norteiam a doutrina social cristã. O que está em jogo é uma visão da pessoa humana e da sociedade, solidária com a dignidade de todos, a favor da vida e aberta ao transcendente.
Para iluminar este processo eleitoral, a comunidade eclesial – que pela sua universalidade não pode se identificar com interesses particulares, partidários ou de determinado candidato/a – busca oferecer critérios de escolha e discernimento para as pessoas de boa vontade e cidadãos responsáveis. Também deseja que sejam votados candidatos coerentes com a defesa dos princípios éticos e cristãos.
Em consonância com estes mesmos princípios apresentamos as seguintes orientações e critérios:
Antes de tudo, é necessário “valorizar o voto” que decide a vida pública do nosso País e dos nossos Estados nos próximos anos. O meu voto é precioso! Não se compra! Nele se manifesta a minha liberdade e a minha decisão. Recentemente obtivemos a vitória do projeto de lei denominado “Ficha Limpa” que por decisão do TSE se aplicará nestas eleições. Cabe agora vigiar e cuidar para eliminar do pleito aqueles candidatos corruptos que contaminam o cenário político e destroem a democracia.
1. O primeiro critério para votar em um candidato é a defesa da dignidade da Pessoa Humana e da Vida em todas as suas manifestações, desde a sua concepção até o seu fim natural com a morte. Rejeitamos veementemente toda forma de violência, bem como qualquer tipo de aborto, de exploração e mercado de menores, de eutanásia e qualquer forma de manipulação genética.
2. O segundo critério é a defesa da Família na qual a pessoa cresce e se realiza. Por isso devem ser votados aqueles candidatos que incentivam, com propostas concretas, o desenvolvimento da família segundo o plano de Deus. Opõem-se ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, à adoção de crianças por casais homoafetivos, à legalização da prostituição, das drogas e ao tráfico de mulheres.
3. O terceiro critério é a liberdade de Educação pela qual os pais têm o direito de educar os filhos segundo a visão de vida que eles julguem mais adequada. Isso comporta uma luta pela qualidade da escola pública e pela defesa da escola particular, defendendo o ensino religioso confessional e plural, de acordo com o princípio constitucional da liberdade religiosa, reconhecido também no recente Acordo entre Brasil e Santa Sé.
4. O quarto critério é o princípio da solidariedade, segundo o qual o Estado e as famílias devem ter uma particular atenção preferencial pelos pobres, àqueles que são excluídos e marginalizados. Deve-se garantir uma cidadania plena para todos/as, assegurando o pleno exercício dos direitos sociais: trabalho, moradia, saúde, educação e segurança.
5. O quinto critério é o princípio de subsidiariedade, ou seja, haja autonomia e ação direta participativa dos grupos, associações e famílias fazendo o que podem realizar, sem interferências ou intromissões do Estado. Este deve apoiar e subsidiar, nunca abafar ou sufocar as liberdades e a criatividade das pessoas. Assim elas poderão exercer uma cidadania ativa e gestora.
6. Enfim, diante de uma situação de violência generalizada, os candidatos devem, de forma concreta e decidida, comprometer-se na construção de uma Cultura da Paz em todos os níveis, particularmente na educação e na defesa da infância e da adolescência.
Do ponto de vista prático nas paróquias e em nossas associações e movimentos, se dê grande importância a este momento eleitoral e se realizem debates sempre com vários candidatos de vários partidos, em vista da realização do bem comum. Durante os eventos promovidos pela diocese ou pelas paróquias nunca devem aparecer faixas, cartazes ou outro tipo de sinais que identifiquem e apoiem os candidatos.
O trabalho político, ao quais todos são chamados, cada um segundo a sua maneira de ser, é uma forma de mostrar a incidência do Evangelho na vida concreta, visando à construção de uma sociedade justa, fraterna e equitativa. Em consequência haverá uma esperança real para tantas pessoas céticas, desnorteadas e confusas com a política atual. É uma grande oportunidade que os católicos e todas as pessoas de boa vontade não podem perder.
OS BISPOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,
Regional LESTE 1 da CNBB
Adolpho Konder lança campanha a Deputado Federal
Domingo, 18 de julho de 2010
Esperança! Isto foi o que se viu nos olhos de aproximadamente mil pessoas que compareceram hoje (17/07) ao Clube Mauá, no Centro de São Gonçalo, para o lançamento da candidatura de Adolpho Konder (DEM) a Deputado Federal. Ao lado da Prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset (PDT) e do candidato a Deputado Estadual, Márcio Panisset (PDT), Konder oficializou e deu o ponta pé inicial a sua campanha. Esta é a primeira vez que o candidato participa de uma eleição. A carreira política de Konder está ligada a São Gonçalo, onde foi Chefe de Gabinete da Prefeita Aparecida Panisset e Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. O candidato a Deputado Federal foi um dos responsáveis por trazer investimentos do PAC para a cidade e aos 36 anos de idade, Adolpho Konder, se lança como um novo caminho para o desenvolvimento do município.
Durante seu discurso, o candidato ressaltou que é preciso trazer mais recursos para São Gonçalo e que o papel de um Deputado Federal atuante é buscar recursos junto ao Governo Federal para promover melhorias na vida da população. De acordo com Konder, se eleito, suas prioridades serão: as obras da linha 3 do Metrô, que ligará Niterói, São Gonçalo e Itaboraí ao Rio de Janeiro, possibilitando que a cidade tenha um transporte de massa mais rápido e eficiente; Habitação, pavimentação e saneamento; isso sem contar com a qualificação profissional do cidadão gonçalense, que deve estar pronto para o mercado de trabalho, sobretudo, com a implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que está sendo construído em Itaboraí, cuja previsão para iniciar as atividades é 2012. Para Konder, mais do que nunca, está é a hora da cidade se preparar para um novo tempo.
“É hora de pensar na educação do cidadão, na sua capacitação profissional. Vivemos um grande momento e nossos jovens precisam estar qualificados para esta demanda. Outra batalha que nós pretendemos travar é com relação à construção da linha 3 do Metrô e eu vou brigar muito para que essa obra não fique no papel. Sabemos também que existem ainda outras questões importantíssimas como o saneamento básico e a habitação, estas demandas também serão priorizadas”, concluiu Konder.


Esperança! Isto foi o que se viu nos olhos de aproximadamente mil pessoas que compareceram hoje (17/07) ao Clube Mauá, no Centro de São Gonçalo, para o lançamento da candidatura de Adolpho Konder (DEM) a Deputado Federal. Ao lado da Prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset (PDT) e do candidato a Deputado Estadual, Márcio Panisset (PDT), Konder oficializou e deu o ponta pé inicial a sua campanha. Esta é a primeira vez que o candidato participa de uma eleição. A carreira política de Konder está ligada a São Gonçalo, onde foi Chefe de Gabinete da Prefeita Aparecida Panisset e Secretário Municipal de Desenvolvimento Social. O candidato a Deputado Federal foi um dos responsáveis por trazer investimentos do PAC para a cidade e aos 36 anos de idade, Adolpho Konder, se lança como um novo caminho para o desenvolvimento do município.Durante seu discurso, o candidato ressaltou que é preciso trazer mais recursos para São Gonçalo e que o papel de um Deputado Federal atuante é buscar recursos junto ao Governo Federal para promover melhorias na vida da população. De acordo com Konder, se eleito, suas prioridades serão: as obras da linha 3 do Metrô, que ligará Niterói, São Gonçalo e Itaboraí ao Rio de Janeiro, possibilitando que a cidade tenha um transporte de massa mais rápido e eficiente; Habitação, pavimentação e saneamento; isso sem contar com a qualificação profissional do cidadão gonçalense, que deve estar pronto para o mercado de trabalho, sobretudo, com a implantação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que está sendo construído em Itaboraí, cuja previsão para iniciar as atividades é 2012. Para Konder, mais do que nunca, está é a hora da cidade se preparar para um novo tempo.
“É hora de pensar na educação do cidadão, na sua capacitação profissional. Vivemos um grande momento e nossos jovens precisam estar qualificados para esta demanda. Outra batalha que nós pretendemos travar é com relação à construção da linha 3 do Metrô e eu vou brigar muito para que essa obra não fique no papel. Sabemos também que existem ainda outras questões importantíssimas como o saneamento básico e a habitação, estas demandas também serão priorizadas”, concluiu Konder.


Projovem de São Gonçalo está com inscrições abertas
Sábado, 17 de julho de 2010
A Secretaria de Desenvolvimento Social (SMDS) de São Gonçalo está com as inscrições abertas para o Programa Projovem. As vagas são para jovens de 15 a 17 anos, que poderão participar de oficinas culturais e esportivas, debates sobre temas da atualidade, passeios culturais, formação inicial para o mundo do trabalho, entre outras atividades.
As inscrições poderão ser feitas nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras), sendo necessários os seguintes documentos: número do Nis (Inscrição Social) e cartão do Bolsa Família. As aulas são dadas em ônibus espalhados pela cidade. Já existem cerca de 25 coletivos em seis bairros, com capacidade para atender a cerca de 40 jovens cada um.
"No total, já temos 575 jovens inscritos, com meta de expansão para 1800 jovens nos bairros Vista Alegre, Jardim Catarina, Salgueiro, Neves, Vista Alegre e Tribobó", afirmou o secretário de Desenvolvimento Social Pedro Veiga.
No dia 26 de julho haverá uma grande inauguração do mais novo Pólo no Porto Velho, na Rua Gumercindo Siqueira, n°89, Porto Velho, São Gonçalo. O secretário afirma que a meta é inaugurar mais 74 coletivos para atender a uma demanda ainda maior de jovens.
As atividades são feitas no horário contrário ao da escola e com o acompanhamento de orientadores sociais, oficineiros de dança, grafiteiros e professores. O programa também é voltado para jovens que estão cumprindo medidas socioeducativas.
A Secretaria de Desenvolvimento Social (SMDS) de São Gonçalo está com as inscrições abertas para o Programa Projovem. As vagas são para jovens de 15 a 17 anos, que poderão participar de oficinas culturais e esportivas, debates sobre temas da atualidade, passeios culturais, formação inicial para o mundo do trabalho, entre outras atividades.
As inscrições poderão ser feitas nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras), sendo necessários os seguintes documentos: número do Nis (Inscrição Social) e cartão do Bolsa Família. As aulas são dadas em ônibus espalhados pela cidade. Já existem cerca de 25 coletivos em seis bairros, com capacidade para atender a cerca de 40 jovens cada um.
"No total, já temos 575 jovens inscritos, com meta de expansão para 1800 jovens nos bairros Vista Alegre, Jardim Catarina, Salgueiro, Neves, Vista Alegre e Tribobó", afirmou o secretário de Desenvolvimento Social Pedro Veiga.
No dia 26 de julho haverá uma grande inauguração do mais novo Pólo no Porto Velho, na Rua Gumercindo Siqueira, n°89, Porto Velho, São Gonçalo. O secretário afirma que a meta é inaugurar mais 74 coletivos para atender a uma demanda ainda maior de jovens.
As atividades são feitas no horário contrário ao da escola e com o acompanhamento de orientadores sociais, oficineiros de dança, grafiteiros e professores. O programa também é voltado para jovens que estão cumprindo medidas socioeducativas.
‘O desenvolvimento sustentável é a solução’
Sexta-feira, 16 de Julho de 2010
Entrevista para o Jornal O SãO GONÇALO, em 15/07/2010 :
Sem nunca ter participado de uma eleição, o ex-secretário de Desenvolvimento Social de São Gonçalo, Adolpho Konder (DEM), vai debutar disputando uma vaga de deputado federal nas eleições de 2010. Além de integrar o primeiro escalão municipal, Konder também foi chefe de gabinete da prefeita Aparecida Panisset (PDT) e foi um dos responsáveis por trazer investimentos do PAC para a cidade. Mais maduro, Adolpho Konder apontou a qualificação do cidadão gonçalense e as obras da Linha 3 do Metrô como suas prioridades em Brasília.
OSG - Como São Gonçalo pode se preparar para receber os investimentos?
AK - São Gonçalo vive hoje um novo momento, que é o econômico. Com a chegada do Porto de Itaoca e do Comperj temos que pensar muito na educação do cidadão e também na sua formação profissional. Dar a garantia de que o povo daqui será o grande beneficiado desses investimentos e que atenda a demanda de empregos que são gerados. São Gonçalo precisa de desenvolvimento sustentável, em especial nas áreas carentes.
OSG - Qual problema de São Gonçalo e região que o senhor pretende priorizar caso seja eleito?
AK - Temos que continuar batendo na tecla da Linha 3 do Metrô. Quem vem acompanhando os estudos sabe que a etapa que liga o Rio a Niterói tem toda uma dificuldade de engenharia, por conta da construção de túneis, mas isso não se aplica a parte que liga Niterói a São Gonçalo e Itaboraí. Vemos que a Barra já está recebendo a Linha 4. Ela é importante, mas São Gonçalo não pode ficar sem um transporte de massa, ainda mais com a chegada de todos esses investimentos na região. Eu vou brigar muito para que essa obra saia do papel. Mas não podemos descuidar e outras questões importantes como a preocupação com o saneamento básico. Temos que levar mais água tratada e esgoto para a população, com a construção de casas populares.
Fonte: Jornal O São Gonçalo.
Entrevista para o Jornal O SãO GONÇALO, em 15/07/2010 :
Sem nunca ter participado de uma eleição, o ex-secretário de Desenvolvimento Social de São Gonçalo, Adolpho Konder (DEM), vai debutar disputando uma vaga de deputado federal nas eleições de 2010. Além de integrar o primeiro escalão municipal, Konder também foi chefe de gabinete da prefeita Aparecida Panisset (PDT) e foi um dos responsáveis por trazer investimentos do PAC para a cidade. Mais maduro, Adolpho Konder apontou a qualificação do cidadão gonçalense e as obras da Linha 3 do Metrô como suas prioridades em Brasília.
OSG - Como São Gonçalo pode se preparar para receber os investimentos?
AK - São Gonçalo vive hoje um novo momento, que é o econômico. Com a chegada do Porto de Itaoca e do Comperj temos que pensar muito na educação do cidadão e também na sua formação profissional. Dar a garantia de que o povo daqui será o grande beneficiado desses investimentos e que atenda a demanda de empregos que são gerados. São Gonçalo precisa de desenvolvimento sustentável, em especial nas áreas carentes.
OSG - Qual problema de São Gonçalo e região que o senhor pretende priorizar caso seja eleito?
AK - Temos que continuar batendo na tecla da Linha 3 do Metrô. Quem vem acompanhando os estudos sabe que a etapa que liga o Rio a Niterói tem toda uma dificuldade de engenharia, por conta da construção de túneis, mas isso não se aplica a parte que liga Niterói a São Gonçalo e Itaboraí. Vemos que a Barra já está recebendo a Linha 4. Ela é importante, mas São Gonçalo não pode ficar sem um transporte de massa, ainda mais com a chegada de todos esses investimentos na região. Eu vou brigar muito para que essa obra saia do papel. Mas não podemos descuidar e outras questões importantes como a preocupação com o saneamento básico. Temos que levar mais água tratada e esgoto para a população, com a construção de casas populares.
Fonte: Jornal O São Gonçalo.
Assinar:
Postagens (Atom)
