Adolpho Konder abre 8ª Conferência Municipal de Assistência Social

Quarta-feira, 05 de agosto de 2009.


Começou ontem (04/08) a 8ª Conferência Municipal de Assistência Social que acontece até quinta-feira, dia 6, no teatro do Sesc-São Gonçalo. O secretário de Desenvolvimento Social, Adolpho Konder, e a prefeita Aparecida Panisset, abriram oficialmente o evento que discutirá as novas políticas públicas para o setor. O tema deste ano é a Participação e Controle Social no Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Na solenidade de abertura, a Orquestra Municipal executou o Hino Nacional Brasileiro. Logo em seguida, Konder mostrou resultados dos projetos da Secretaria que garantem proteção às famílias em situação de risco e vulnerabilidade social. Ele também apresentou o novo projeto de construção de uma sede própria para o Centro de Referência da Assistência Social (Cras).

– A gestão social passa por um momento de implantação e efetivação de políticas públicas através do SUAS, o que é muito positivo – afirmou o secretário, ressaltando que o social em São Gonçalo deve ser trabalhado pelos governos municipal, estadual e federal, junto ao Poder Judiciário.

Em seu discurso, a prefeita parabenizou Konder pelo trabalho realizado à frente da Secretaria de Desenvolvimento Social. Segundo ela, o objetivo da assistência social é resgatar vidas seja em estado de insalubridade ou do tráfico de drogas.

– O trabalho do setor de desenvolvmento social é pouco valorizado e precisa ser mais visto. O assistente social pode muitas vezes ser mais importante que um médico, porque este cuida das consequências das doenças da alma – disse Panisset.

Também participaram da solenidade de abertura o presidente da Comissão Municipal de Assistência Social (CMAS), Hélio Camilo; os secretários Keyla Nícia Dias (Educação) e Luiz Paiva (Planejamento); os subsecretários Suely Amaral e Pedro Veiga (Desenvolvimento Social) e Osmar Bria (Saúde), entre outros convidados que representaram o governo estadual, a Câmara de Vereadores e usuários da rede de assistência.

Fonte: Comunicação Social - SMDS.

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona lei que modifica as regras para a adoção no país

Segunda-feira, 03 de agosto de 2009.

AMB participa da cerimônia e lança o Guia Comentado - Novas Regras para a Adoção.

O presidente Luís Inácio Lula da Silva sancionou hoje, 3 de agosto, lei que modifica as regras para a adoção no país. A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) participou da cerimônia, representada pelo vice-presidente de Assuntos da Infância e Juventude, Francisco Oliveira Neto. Na ocasião, a AMB lançou o Guia Comentado - Novas Regras para a Adoção, documento que detalha as alterações realizadas pelo Senado Federal no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), especificamente o que se refere ao direito à convivência familiar e à adoção. Além do texto legal, o guia também apresenta breves comentários aos dispositivos mais importantes da lei.

“As novas regras para a adoção estabelecem garantias legais às crianças e adolescentes em situação de adoção e possibilitam uma maior agilidade a esse processo”, afirma o vice-presidente da AMB, Francisco Oliveira Neto. Francisco também é integrante do comitê gestor do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) e coordenador da campanha da AMB Mude um Destino, que favorece desde 2007 ações relacionadas ao direito fundamental à convivência familiar de crianças e adolescentes.

O Guia Comentado - Novas Regras para a Adoção está disponível no site da Associação dos Magistrados Brasileiros (www.amb.com.br) e será distribuído, em versão impressa, aos 14 mil juízes associados.

As principais alterações no ECA

O documento sancionado hoje pelo presidente Lula prioriza o direito de crianças e adolescentes à convivência familiar, estabelecido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e inova na ampliação do conceito de família extensa, formada por parentes próximos com os quais convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade.

O documento fixa prazo de até dois anos para o ajuizamento da ação de destituição do poder familiar em casos de violência ou abandono, o que poderá ter como resultado a colocação da criança em situação de adoção, dando a ela a oportunidade de conviver em outro lar.

O texto também inova na limitação do tempo de permanência das crianças nos abrigos que deverá ser de, no máximo, dois anos e, preferencialmente, em endereço próximo ao da família. Além disso, a lei determina que, a cada seis meses, será reavaliada a necessidade de permanência da criança no abrigo, devendo a autoridade judiciária competente decidir de forma fundamentada pela possibilidade de reintegração familiar ou colocação em família substituta.

O documento também garante que a Justiça dará atenção a gestantes ou mães que manifestem interesse em entregar seus filhos para a adoção, o que poderá evitar o abandono de crianças em espaços públicos logo após o nascimento. A nova lei impõe, ainda, a obrigatoriedade de que os irmãos não sejam separados, medida que, na prática, já é adotada pela maioria dos juízes da Infância e da Juventude, mas que precisava ser colocada em lei para impedir situações diversas.

A AMB e a adoção

Desde 2007, a Associação dos Magistrados Brasileiros desenvolve a campanha Mude um Destino, que favorece ações relacionadas ao direito fundamental à convivência familiar de crianças e adolescentes. Em sua primeira fase, o projeto tratou da realidade de cerca de 90 mil crianças e adolescentes que vivem em abrigos no País. A segunda etapa da campanha, lançada em maio de 2008, abordou o tema da adoção consciente, feita por meio do Poder Judiciário.

Fonte:Assessoria de Imprensa AMB.

Dia do Amigo é comemorado com baile em São Gonçalo

A Secretaria de Desenvolvimento Social da Prefeitura de São Gonçalo realizou na última sexta-feira, dia 31, um baile com os funcionários para festejar o Dia do Amigo, que é comemorado no dia 20 de julho. O evento aconteceu no anexo da prefeitura, em Alcântara.

Fonte: Comunicação Social - SMDS.

Fotos (1 e 2): Ana Paula Gomes.





Nova lei determina prazo máximo de dois anos para permanência de crianças em abrigos

Brasília - A permanência de crianças e adolescentes em abrigos em situação indefinida e sem estar disponíveis para adoção não deve ultrapassar o período máximo de dois anos, de acordo com a determinação prevista na nova lei de adoção sancionada hoje (3) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Essas crianças precisam ter a situação jurídica delas definida com rapidez, a lei prevê o prazo máximo de dois anos para que fiquem na instituição e que haja uma definição para que retornem para sua família biológica ou sejam colocadas como disponíveis para adoção”, explicou o vice-presidente para assuntos da infância e juventude da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Francisco Oliveira Neto.

Para que esse prazo seja cumprido, a lei determina que a cada seis meses o juiz deverá revisar o processo de crianças e adolescentes que estão em abrigos. Na avaliação de Francisco Oliveira, o Judiciário terá condições de cumprir essa determinação já que há algum tempo vem se estruturando para isso.

Segundo ele, há atualmente cerca de 80 mil crianças vivendo em abrigos, sendo que aproximadamente 10% delas estão disponíveis para adoção.

Ao sancionar o texto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a lei vem desburocratizar o processo de adoção no país. “Uma legislação criada para evitar a burocracia excessiva, que hoje dificulta o final feliz para crianças e adolescentes que necessitam de uma nova família, e adultos que travam uma luta, muitas vezes inglória, para adotá-los.”

O texto traz ainda a exigência de preparação prévia dos pais adotivos e de acompanhamento familiar pós-acolhimento. A lei trata também de adoção internacional, que será possível apenas em última hipótese, caso não haja brasileiros habilitados nos cadastros internos. A preferência será dada sempre ao adotante nacional, seguido por brasileiros residentes no exterior. Para adoções internacionais, a lei exige que o estágio de convivência seja cumprido dentro do território nacional por, no mínimo, 30 dias.

A lei determina ainda que crianças indígenas e quilombolas sejam adotadas preferencialmente dentro de suas próprias comunidades na intenção de preservar a identidade cultural. Determina ainda que o cadastro oficial seja a principal opção para quem quer adotar e prevê atenção à grávida que deseja entregar o bebê à adoção.

A adoção no país pode ser feita por maiores de 18 anos, independentemente do estado civil. Na caso de adoção conjunta, os pais devem ser casados civilmente ou manter união estável.

Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil

São Gonçalo discute políticas públicas para assistência social

A Prefeitura de São Gonçalo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, promove de 4 a 6 de agosto, das 9h às 17h, no Sesc, a 8ª Conferência Municipal de Assistência Social. O objetivo é estabelecer as novas políticas públicas da assistência social que serão implementadas na cidade. A prefeita Aparecida Panisset e o secretário Adolpho Konder vão abrir amanhã, dia 4, o evento que tem como tema a “participação e controle social no Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Serão três dias de debates entre representantes dos governos municipal, estadual e federal, além da sociedade civil organizada, através de instituições não-governamentais. O relatório será apresentado na conferência estadual, ainda sem data definida. A previsão é que seja realizada em setembro. Também serão eleitos os delegados da sociedade civil que vão participar do evento estadual.

A programação inclui palestras sobre a “Trajetória e Significado do Controle Social na Política da Assistência Social: a diretriz constitucional em debate”, que será apresentada pela presidente do Conselho Estadual de Assistência Social (Ceas), Nelma Azeredo. Logo em seguida, a subsecretária de Cultura e Turismo de São Gonçalo, Mariângela Valviesse, vai falar sobre os “Conselhos de Assistência Social e o Suas: composição, dinâmica, caráter da representação e processo de escolha”.

Ainda será apresentado o tema “Trabalhador do Suas e o Protagonismo dos Usuários: bases para uma atuação democrática e participativa” pelo representante Conselho Nacional da Assistência Social (CNAS) e do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Renato Francisco dos Santos Paula. A coordenadora regional do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas), Hilda Corrêa de Oliveira, vai debater com os participantes o tema “Protagonismo do usuário, o seu lugar político no Suas: uma construção inadiável”.

Além da prefeita e do secretário Adolpho Konder, ainda vão participar da cerimônia de abertura representantes da Secretaria Estadual da Assistência Social; do Conselho Estadual da Assistência Social; secretários de Assistência Social de Niterói, Itaboraí e Maricá; e o presidente do Conselho da Assistência Social de São Gonçalo, Hélio Henrique Camilo.

O Sesc fica na Avenida Presidente Kennedy, 755, no bairro Estrela do Norte.

Fonte: Comunicação Social - SMDS.

Viva Rio realizará o primeiro workshop internacional no Brasil

Quinta-feira, 30 de julho de 2009.


Viva Rio realizará o primeiro workshop internacional no Brasil
sobre cooperação entre civis e militares em operações de paz e situações de pós-conflito
Experiências no Haiti e no Afeganistão serão debatidas por especialistas de todo o mundo, incluindo representantes da ONU

Nos dias 3 e 4 de agosto, o Viva Rio realizará o workshop Revisão das Fronteiras entre Civis e Militares: Segurança e Desenvolvimento em Operações de Paz e em Situações de Pós-Conflito . Baseado em experiências recentes no Haiti e no Afeganistão, mas não se limitando a elas, o evento reunirá especialistas de todo o mundo a fim de compartilhar saberes e propor melhorias para governos e agências da ONU envolvidos neste tipo de contexto.
Durante os dois dias do evento, representantes da ONU, dos governos brasileiro, canadense, britânico, holandês e da União Europeia (UE),bem como oficiais militares e policiais, pesquisadores e funcionários de organizações não-governamentais apresentarão propostas de “ação integrada”, isto é, cooperação entre civis (incluídos os policiais) e militares, como maneira de promover melhorias nas operações de paz e nas missões em situações de pós-conflito.
A ideia que norteará o debate é a de que reestruturar cidades e países em situação de pós-conflito, consolidando um ambiente pacífico sustentável que evite a recorrência de conflitos armados, deve ser um trabalho conjunto que privilegie a comunicação, a integração, a cooperação e o compromisso de compartilhar responsabilidades entre os principais atores envolvidos em tais missões.
Dentre os resultados concretos do workshop, pretende-se elaborar uma cartilha com recomendações para a melhoria da cooperação entre civis e militares nas intervenções em situações de pós-conflito e nas operações de paz da ONU, além da compilação dos trabalhos apresentados durante o evento.
A abertura do evento acontecerá às 9:00 do dia 3 de agosto, com a participação do Diretor Executivo do Viva Rio, Rubem César Fernandes, do representante do Centro de Informações das Nações Unidas (UNIC-Rio), Giancarlo Summa, e da vice-coordenadora de Operações de Paz do Viva Rio, Eduarda Hamann. Rubem César apresentará o programa “Honra e Respeito por Bel Air”, implementado no Haiti, país mais pobre das Américas, que possui um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo. Em 2004, o Viva Rio prestou consultoria ao programa de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) da missão das Nações Unidas no Haiti. A partir de 2007, através do programa Honra e Respeito por Bel Air, começou a implementar projetos que visam à reabilitação urbana e priorizam a segurança, o desenvolvimento e os direitos humanos da população local. Desde o início da atuação no país, o Viva Rio se preocupou em desenvolver uma boa relação com diferentes atores sociais, entre eles a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH), os líderes das comunidades locais e as tropas do exército brasileiro, contando com o apoio também dos Governos da Noruega e do Canadá e do Open Society Institute, em todas as suas ações.

Serviço:

Workshop Revisão das Fronteiras entre Civis e Militares: Segurança e Desenvolvimento em Operações de Paz e Situações de Pós-Conflito
Data: 3 e 4 de agosto de 2009
Horário: das 9:00 às 19:00h
Local: Viva Rio
Endereço: Rua do Russel, 76, Glória, Rio de Janeiro.

Fonte: Assessoria de Imprensa - VIVA RIO.

CONVITE: PALESTRA ATITUDE EMPREENDEDORA




Secretário do Tesouro fala em reajuste de 10% do Bolsa Família, mas volta atrás

BRASÍLIA - O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, disse nesta terça-feira que os benefícios do programa Bolsa Família terão um reajuste de 10%, mas em seguida voltou atrás em sua afirmação e disse que não sabia o valor. Augustin foi questionado por jornalistas durante apresentação do resultado fiscal do governo central.

- O número não é esse - afirmou Augustin.

Na véspera, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, confirmou um reajuste do programa a partir de setembro , mas não informou de quanto seria. A intenção do governo é criar uma regra fixa de correção para repor a inflação. Segundo ele, a fórmula deveria ser definida até o início de agosto.

Augustin disse que, embora pese nas despesas do governo, o aumento do Bolsa Família tem um caráter anticíclico, ou seja, ajuda a recuperar a economia em crise. Em julho, o programa de transferência de renda repassou R$ 994,7 milhões a 11,4 milhões de beneficiários, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social. O reajuste linear de 10%, portanto, custaria R$ 99,47 milhões ao mês. Por ano, chegaria a R$ 1,19 bilhão.

Aécio defende aumento e diz que Lula anuncia reajuste sexta-feira.
O desembolso, porém, será maior, já que o programa está em fase de expansão e deverá atender 12,4 milhões de lares a partir de outubro - um milhão a mais do que em julho. Cada família recebe de R$ 20 a R$ 182 por mês, conforme o número de filhos. Em média, são R$ 85 por família. Em contrapartida, as crianças devem estudar e ir a postos de saúde.

Os 10% de reajuste citados por Augustin correspondem ao dobro da inflação acumulada desde o último reajuste do programa, em julho de 2008, quando os benefícios subiram em média 8%. Segundo o IBGE, o INPC registrou variação de 4,94% e o IPCA, 4,80%, de julho de 2008 a junho de 2009.

Apesar de a oposição criticar o uso eleitoral do Bolsa Família, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, defendeu nesta terça o programa. Aécio disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciará sexta-feira, em Minas, o reajuste do Bolsa Família. Para Aécio, o governo dará um reajuste dentro da responsabilidade fiscal. Ele argumentou que a União deve ter recursos para bancar o aumento, mesmo com queda na arrecadação federal.
- Jamais serei contra um reajuste do Bolsa Família, até porque acredito que isso será feito dentro do limite da responsabilidade do governo federal - disse.

Criado em outubro de 2003, o Bolsa Família foi reajustado pela primeira vez quase quatro anos depois, em 2007. O percentual médio concedido na época foi de 18%. No ano seguinte, em julho de 2008, foram mais 8%. O governo justificou o segundo aumento lembrando que o preço dos alimentos havia subido de maneira exagerada no primeiro semestre de 2008, penalizando a população mais pobre.

O Bolsa Família vem passando por formas variadas de ampliação. Em março de 2008, o programa começou a pagar um benefício extra a jovens de 16 e 17 anos, no valor de R$ 30 mensais por pessoa e limitado a dois jovens por lar. A expansão atualmente em curso foi possibilitada pela elevação do limite de renda familiar por pessoa que dá direito a ingressar no programa. Em maio, foram incorporadas 300 mil novas famílias. Em agosto serão mais 500 mil e, em outubro, outras 500 mil, totalizando 1,4 milhão no ano.

No início de 2009, a chamada linha da pobreza subiu de R$ 120 para R$ 137 por mês e a da extrema pobreza, de R$ 60 para R$ 69. Quem tem renda familiar por pessoa abaixo da linha da extrema pobreza ganha automaticamente repasse de R$ 62. Filhos de 0 a 15 anos dão direito a benefícios extras de R$ 20, limitados a três filhos por família (R$ 60). Para atingir o valor máximo de R$182 mensais, a família deve ter ainda dois jovens de 16 ou 17 anos.

Prefeituras não acompanham expansão e sobram vagas nos estadosPrefeituras de 22 das 27 capitais, incluindo Rio e São Paulo, não conseguem acompanhar o ritmo de expansão do Bolsa Família, assim sobram vagas no programa. Em maio, o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) aumentou o número de beneficiários nas capitais. Mas, para que o pagamento ocorra, mais famílias devem ser cadastradas. Em julho, havia 360.778 vagas não preenchidas nas 22 capitais, segundo o MDS.

O ministério culpa as prefeituras, que não teriam incluído mais famílias no Cadastro Único. No Rio, o MDS informa que há vagas para 188.987 famílias, mas só 166.571 receberam o último repasse. Em São Paulo, 133.912 vagas não foram preenchidas. O secretário de Assistência Social do Rio, Fernando William, disse que a prefeitura suspendeu novos cadastramentos para atualizar dados de 55 mil famílias e que, a partir de outubro, não haverá mais sobra.

Fonte: Martha Beck, Cristiane Jungblut e Demétrio Weber - O GloboReuters.

Fim de semana nordestino em São Gonçalo

Quarta-feira, 29 de julho de 2009.

São Gonçalo realiza mais uma edição da Feira Nordestina neste fim de semana, dias 1º e 2 de agosto. O projeto “Flor do Nordeste”, promovido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, acontecerá na praça do bairro Bandeirante a partir das 12h de sábado. O evento, que é gratuito, vai até a meia noite de domingo. São 36 horas de muito forró e vendas de pratos e artigos típicos da região. O objetivo, segundo o secretario Adolpho Konder, é integrar a grande comunidade nordestina que mora na cidade e exaltar a sua cultura.

Fonte: Comunicação Social - SMDS.