Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial

PROGRAMAÇÃO

DIA 08/05  - Sexta- feira
Auditório da  UERJ-FFP


19 horas – Abertura


 -  Orquestra  Municipal

MESA de ABERTURA

-Prefeita Municipal Aparecida Panisset
-Rep. Gov. Federal
-Rep. Gov. Estadual
-Sec. Chefe de Gabinete
-Sec. Mun. de Desenvolvimento Social
-Rep. da ALERJ
-Rep. da Câmara Municipal de Vereadores
-Rep. daOAB
-Rep. Soc./ Comissão Organizadora
- Rep. MP


19:30 -  Início do Credenciamento


20:30 -  Atração Cultural

21:00 – Encerramento

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DIA 09/05 - Sábado  - APAE ( ao lado da UERJ- FFP)

8h – Aprovação do Regimento Interno

08:30 -      Painel (15 min p/ debat.)Educação, Trabalho e Renda 

Debatedores:
   Professora Palmira Silva
   Secretário de trabalho Gilmar Conceição ou Henrique Porto ( a definir)
   Dr. Carlos Alberto Caó de Oliveira

Mediadora: Profª Eliane Cruz

  Painel : Segurança Pública, Intolerância Religiosa e Saúde

Debatedores:

   Paulo Roberto Storani
   Wagner Ramos
   Representante da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras

Mediadora:  Iyalorixá Márcia d'Oxum

10:30 – Parada p/ Café
10:45 – Debate com a Plenária
12:00 – Almoço
13:00 – Início dos Grupos
14:45 -  término do grupos
          -  Parada p/ Café
15:00 -  início da plenária final
16:45 -  escolha dos delegados para a estadual.

'Impacto da crise em pobres é ainda maior'

Queda no crédito aos países em desenvolvimento, no preço das commodities e nas remessas de emigrados é a causa, aponta estudo
RENATA D´ELIA 
da PrimaPagina 

“A crise econômica mundial só aconteceu devido à supervisão inadequada dos bancos e mercados financeiros. As medidas cautelares recomendadas aos países desenvolvidos foram ignoradas, e agora, nenhuma nação está livre dos efeitos negativos. Mas o impacto sobre os países em desenvolvimento é ainda maior”. A conclusão vem do relatório “A crise financeira e seu impacto nos países em desenvolvimento”, divulgado em abril pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (CIP–CI), uma instituição de pesquisa e treinamento do PNUD em parceria com o governo do Brasil.
O que facilita a transmissão da crise para os países mais pobres, diz o estudo, é a reversão de três fatores que ajudaram o boom econômico de 2003 a 2007: o elevado número de financiamentos do período – com muito dinheiro privado –, o alto preço das commodities, e o enorme fluxo monetário remetido por trabalhadores emigrados para seus países de origem. Com esses três aspectos agora caminhando na direção oposta, o ciclo de crescimento dos países em desenvolvimento também se reverte, diz o trabalho dos economistas Diana Alarcon, Stephany Griffith-Jones e José Antonio Ocampo.
A queda contínua desses fluxos de capital e das exportações, para os estudiosos, é a grande vilã dos países subdesenvolvidos, que aderiram a sistemas macroeconômicos bastante rígidos nos últimos anos. Em algumas nações muito dependentes do dinheiro de remessas, o efeito foi devastador. Alguns exemplos são o Tajiquistão, onde 45% do PIB provêm das remessas de cidadãos emigrados, Honduras (25% do PIB) e Líbano (24% do PIB). Desde 2008, os índices de remissão já caíram entre 1% e 6% em diferentes países.
Exportadores de produtos manufaturados e serviços como o turismo também sofreram com a diminuição da demanda, enquanto a volatilidade dos preços afetou as exportações de bens primários. Em países como Congo, Guiné Equatorial, Gabão e Nigéria, o petróleo (que teve acentuada queda de preço) é responsável por mais da metade da exportação de commodities. Na Guiné e na Costa do Marfim, a venda de cacau e de minerais representam um quinto dos rendimentos nacionais. Em Trinidad e Tobago e na Bolívia, a venda de commodities representa, respectivamente, 22% e 12% do PIB. As projeções mais recentes do Banco Mundial indicam redução de 25% nos preços de energia em 2009, além do declínio de 23% nos preços das demais commodities.
Ainda segundo o estudo, o acúmulo de reservas internacionais e a redução da dívida externa deve proteger alguns países em desenvolvimento da rápida deterioração do fluxo de capitais. Mas a contração de crédito e seu alto custo já causaram redução de investimentos aos sistemas financeiros da Índia e de Taiwan, ao passo que Brasil e México sofrem perdas em mercados derivativos. Enquanto isso, o valor dos empréstimos bancários a mercados emergentes caiu de US$ 410 bilhões em 2007 para US$ 167 bilhões. Em 2009, o montante pode alcançar somente a marca de US$60 bilhões, de acordo com o Instituto Internacional de Finanças

Reduzindo os impactos da crise

Na maioria dos países em desenvolvimento, os indicadores macroeconômicos, inclusive o acúmulo de reservas, melhoraram nos últimos cinco anos. Esses países têm condições de adotar políticas fiscais e monetárias mais expansivas, de acordo com o trabalho.
O estudo aponta para a necessidade de unir esforços internacionais, com a criação de uma nova regulação para o sistema financeiro, incorporando mecanismos de contabilidade periódica com o intuito de corrigir a natureza do mercado em produzir, ciclicamente, ascensões e quedas. Entre as reformas sugeridas, estão a criação de uma reserva global com recursos expandidos, que promova liquidez aos países em desenvolvimento.
Outra sugestão é que o FMI (Fundo Monetário Internacional) seja reformado e tenha papel central na coordenação de políticas macroeconômicas globais, contanto que os empréstimos não estejam condicionados a contrapartidas que fadiguem os governos durante o pagamento.Assim, países que passarem por crises temporárias – mesmo com políticas econômicas fortes – poderão contar com apoio financeiro rápido para solucionar problemas.

Fonte : PNUD

PROJETO PLANSEQ CONSTRUÇÃO CIVIL ABRE CURSOS EM SÃO GONÇALO

A empresa IQUAVI implanta cursos de construção civil do PLANSEQ em São Gonçalo e a Secretaria de Desenvolvimento Social (SMDS) já abriu as inscrições. Os cadastros podem ser efetuados das 9 horas da manhã às 17 horas do dia 08/05 no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) na Rua Uriscina Vargas, 36, Alcântara, SG. O inicio das aulas vai ser no dia 04/06 com duração de seis meses. O aluno pode se matricular em apenas um curso e o público alvo do projeto são os beneficiários da bolsa família.
Esse projeto de qualificação tem função social de inclusão, de desenvolvimento econômico com geração de trabalho e renda. A pretensão é elevar a escolaridade de jovens e adultos criando um sujeito preparado para o mercado.
O município de São Gonçalo disponibiliza de 1770 vagas e os cursos oferecidos são: eletricista, pintor, encanador, azulegista, armador, pedreiro, carpinteiro, auxiliar de escritório. As aulas serão ministradas em escolas públicas, inclusive as aulas práticas o que beneficia também os colégios do município.
Os alunos devem estar na faixa etária de 18 a 60 anos e os requisitos de escolaridade são: Pintor, pedreiro, carpinteiro, azulejista e armador devem ter escolaridade mínima até a 4º série do ensino fundamental. Encanador e eletricista o mínimo é até a 6º série do ensino fundamental e auxiliar de escritório deve estar cursando, no mínimo a 2º série do ensino médio. As pessoas interessadas nos cursos devem se dirigir ao CRAS para obter maiores informações.

1° CRAS ACONTECE

Em homenagem ao dia das mães, o Centro de Referencia de assistência social de São Gonçalo o (CRAS) vai realizar uma exposição dos trabalhos feitos por beneficiários do projeto “CAPACITAR PARA CRESCER” em aulas práticas e atividades do projeto “PREVENÇÃO É PROTEÇÃO”. No dia 06/05 de 10 h às 17 h, na Rua Uriscina Vargas, 36, Alcântara, São Gonçalo.
Os projetos realizados pelo CRAS são de ordem social, com objetivo de melhoria na qualidade de vida e psicológica com o propósito de integrar e prepara para o mercado. São oferecidas palestras, atividades de convivência familiar, encontros, reuniões, as famílias podem ser incluídas nas ações sócio-educativas, de qualificação produtiva e cursos.
As 10 h a exposição e venda das amostras de bordados, emborrachados, bijouterias, biscuit, arte em jornal, reciclados. As 14 h uma apresentação do projeto “PREVENÇÃO É PROTEÇÃO” com atividades sócio-educativas (DANÇA, MÚSICA, GINÁSTICA, DESENHO).

Capacitação para prevenção do uso de drogas e comportamentos de risco

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas [SENAD], em parceria com o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania [PRONASCI] e a Universidade Federal de São Paulo [UNIFESP], está promovendo o curso à distância Prevenção do Uso de Drogas em Instituições Religiosas e Movimentos Afins – Fé na Prevenção. O curso capacitará cinco mil lideranças religiosas de diferentes doutrinas e movimentos afins. Os alunos que concluírem o curso irão atuar na prevenção do uso de drogas e outros comportamentos de risco, tendo como base as técnicas de intervenção breve, entrevista motivacional e mudança de comportamento. A capacitação é gratuita e terá duração de dois meses, carga horária de 60 horas e certificado de Extensão Universitária emitido pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Devido ao grande número de pré-inscrições, será realizado um processo seletivo. Os critérios do processo de seleção obedecerão à distribuição proporcional por estados brasileiros e será dada preferência a lideranças religiosas de diferentes doutrinas e movimentos afins que atuem na prevenção e acolhimento de pessoas com problemas decorrentes do uso de álcool e/ou outras drogas. Mais informações no site www.fenaprevencao.senad.gov.br ou na central de atendimento ao aluno da UNIFESP pelo número 0800 770 1757.

Conanda fará censo sobre crianças e adolescentes que vivem na rua

São Paulo - O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) começará a fazer em setembro um levantamento sobre o número de meninos e meninas que vivem nas ruas em todo o país. “Esse censo é necessário para se produzir políticas públicas mais eficazes. Essa será a primeira vez que teremos uma contagem feita simultaneamente pelos estados”, afirmou o coordenador-geral do Conanda, Benedito Rodrigues dos Santos.
Só em São Paulo, estima-se que 5 mil crianças e adolescentes vivam na rua. Segundo Santos, o censo também ajudará a determinar a quantidade de abrigos necessária nas cidades, como será o programa de orientação socio familiar, e quem deve ser incluído no Bolsa Família. Além disso, os dados serão utilizados para buscar meios de se levar as crianças de volta para casa.
“Há formas de levar as crianças para casa. Há municípios que têm experiências que deram certo. Se há vontade política, há mobilização da própria sociedade e o estabelecimento de programas simultâneos”, destacou o secretário-geral, que participou nesta semana de seminário em São Paulo realizado com o objetivo de discutir as políticas públicas necessárias para melhorar as condições de vida dessa parcela da população e formas de cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Rodrigues disse que é importante observar a diferença entre crianças na rua e crianças de rua. No primeiro caso, elas vão para as ruas para trabalhar, com o objetivo de ajudar a família, voltando para casa à noite. “Muitas dessas crianças estão estudando, não perderam o vínculo afetivo com a família.” No segundo, as crianças ficam na rua e não querem voltar para casa, devido, principalmente, à violência doméstica.
No encontro, promovido pela Associação Brasileira de Magistrados e Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e Juventude (ABPM), crianças e adolescentes que vivem na rua em situação de risco e que estão sendo assistidos por educadores do Conselho Tutelar mostraram que estão longe de ter os direitos estabelecidos no ECA cumpridos.
O secretário-geral do Conanda destacou que o trabalho dos educadores é extremamente importante para retirar esses meninos e meninas das ruas, o que não deve ser feito à força e sim aos poucos, por meio de convencimento. “Quando ela [a criança] está convencida a sair da rua é que conseguimos os melhores efeitos. Mas é preciso ter um abrigo temporário para que ela fique até que possa voltar para casa”. Ele destacou que também é preciso desenvolver um trabalho com afamília, para que antes de o menor voltar para casa sejam restabelecidos os vínculos.
Durante a mesa-redonda A Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes em Situação de Rua, meninos e meninas relataram dificuldades que enfrentam no dia-a-dia, como o medo das pessoas, que muitas vezes evitam passar perto deles, a falta de respeito dos policiais e guardasmunicipais. Eles disseram ainda que falta acesso à educação, ao lazer e à saúde. Outro problema citado é que muitas vezes as crianças e adolescentes não são ouvidos, e, quanto têm oportunidade de expressar sua vontade, ela não é respeitada.
O presidente da ABPM, Eduardo Rezende Melo, enfatizou que é preciso implantar programas sociais que garantam o primeiro atendimento para essas crianças e jovens em todos os municípios. Segundo ele, esse tipo de assistência não existe em todas as cidades, mesmo naquelas onde há inúmeras pessoas nessa situação. “Nesse acaso o atendimento é feito pelo Conselho Tutelar ou pela polícia de uma forma impositiva com respostas ineficientes, porque os jovens acabam rejeitando esses encaminhamentos, que geram postura de limpeza social absolutamente inadequada.”
Na avaliação de Melo, as políticas públicas atuais são ineficientes para tratar o problema. Para ele, os principais erros são a falta de planejamento, de coordenação entre os vários fatores, e a atuação inadequada no que se refere ao respeito dos direitos das crianças e adolescentes. “ Há uma questão muito forte de inadequação também da Justiça, que muitas vezes não está preparada para lidar com esses menores, ou por não conhecer as políticas ou por achar, na angústia de protegê-los, que respostas mais imediatas seriam necessárias e, dessa forma, acabam atropelando o processo.”
O estudante Jhonatan Freire, de 18 anos, que é também membro do Conselho Consultivo de Adolescentes e Jovens da ABMP no Rio de Janeiro, contou que aos 7 anos descobriu que era filho adotivo. Ele disse que ficou revoltado e passou a ter crises nervosas muito fortes. Com isso, a família, sem condições para lidar com o problema, acabou encaminhando o menino para vários abrigos. “Eu era agressivo e quebrava tudo onde estivesse. Quebrei várias instituições por onde passei e até agredi as pessoas. Nem as escolas me aceitavam mais."
O estudante não chegou a viver na rua, mas, muitas vezes, fugiu dos abrigos e passou noites nas ruas, o que, para ele, significava liberdade, porque não recebia o “não”. A vida de Jhonatan começou a mudar depois que o estudante começou a fazer um curso em uma das instituições por que passou. “Fiz o curso de administração e tive de mostrar para as pessoas que eu queria mudar, que eu queria participar e incentivar as pessoas a participar dos movimentos sociais.”
Depois disso, o estudante foi estagiário por um ano no Conselho Tutelar e hoje também faz estágio no Ministério Público. Ele disse que, com o curso de administração, aprendeu muito sobre direitos e deveres e cidadania. Para Jhonatan, a atenção e preocupação da família, principalmente do pai adotivo, que o inscreveu no curso, foram decisivas para a mudança de vida.
“Eu devo tudo ao meu pai. Ele não é meu pai de sangue, mas é meu pai em amor. Se eu estou aqui é graças a ele, porque tantas pessoas quiseram desistir de mim e ele teve força e mostrou quea família é fundamental na mudança.”

Fonte: Flávia Albuquerque - Repórter Agência Brasil.

BOLSA FAMÍLIA TEM LIMITE DE RENDA AMPLIADO

Decreto assinado pelo presidente Lula aumenta limite de renda per capita familiar para ingresso no Programa Bolsa Família. O teto passou de R$ 120 para R$ 137 A renda per capita familiar dos beneficiários do Programa Bolsa Família foi alterada. O critério que define a condição de pobreza passou de R$ 120 para R$ 137, e o de extrema pobreza de R$ 60 para R$ 69. A atualização do critério de entrada para o Programa Bolsa família foi feita de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), considerando-se o período entre abril de 2006 e dezembro de 2008. Com essa atualização, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), por meio da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc), busca garantir que o aprimoramento contínuo do Programa, cujo principal objetivo é promover o acesso da população mais carente à renda, educação e saúde. Os dados mostram que isso já acontece: entre 2004 e 2006 o Bolsa Família foi responsável por 20% da redução da desigualdade entre os mais pobres no país. Leia aqui o Decreto nº 6.824, que define o critério de renda para ingresso no Programa Bolsa Família.
Outra melhoria importante no Bolsa Família é a incorporação de um coeficiente de vulnerabilidade de renda para a elaboração das estimativas de atendimento do Programa. Por meio dele, passa-se a considerar a instabilidade de renda presente no universo das famílias mais pobres. Dessa forma, o público potencialmente beneficiário do Bolsa Família passa de 11,1 milhões para 12,9 milhões de famílias. A inclusão das novas famílias será feita de forma escalonada. Em maio, serão incluídas 300 mil; em agosto, 500 mil e mais 500 mil em outubro. As demais 600 mil famílias serão incluídas em 2010.
É importante deixar bem claro que o Governo Federal alterou os valores da renda per capita familiar para a entrada no Programa Bolsa Família, mas não modificou o valor do benefício pago. Em 2009 o governo gastará R$ 300 milhões a mais com o Programa. O total que seria pago pelo Bolsa Família neste ano, calculado em R$ 11,8 bilhões, passou, com o aumento da renda per capita familiar, para R$ 12,1 bilhões. Para definir a nova cobertura do Bolsa Família em cada município brasileiro, o Ministério utilizou a metodologia denominada Mapas de Pobreza, adaptada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)., essa metodologia reflete de maneira mais fiel alterações socioeconômicas ocorridas nos municípiose o cenário de pobreza em cada cidade brasileira.
A qualidade da ampliação do Bolsa Família depende muito da parceria dos municípios. É preciso identificar e cadastrar as famílias vulneráreis ainda não inscritas no CadÚnico e a atualizar os dados das famílias já cadastradas, principalmente as mais pobres que têm o perfil de renda do Programa e, ainda, não recebem o benefício. A atualização cadastral é muito importante para dois direcionamentos: primeiro, para identificar as famílias que entraram nos critérios de atendimento do Programa Bolsa Família depois da data da última atualização. E, em segundo, nos municípios onde há variação de estimativas e ainda há necessidade de inclusão de novas famílias, a atualização dos dados vai garantir que sejam identificadas aquelas que já não estão mais dentro dos critérios de atendimento por terem melhorado a condição de vida. Cadastrar os mais vulneráveis e manter os dados das famílias sempre atualizados são garantias de que essa ampliação melhore ainda mais a focalização do Programa, pois permite que atenda as famílias que realmente necessitam.
O crescimento do Bolsa Família ocorrerá em todas as regiões e unidades da federação, mas será maior regiões metropolitanas. Para consultar a nova meta de cobertura do Programa Bolsa Família em seu município, acesse o Sistemas de Informações da Senarc em: http://www.mds.gov.br/adesao/mib/matrizsrch.asp.

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL ENTREGA RIOCARD EM SÃO GONÇALO

Na manhã de quinta-feira, dia 30/04/09, a secretaria de Desenvolvimento Social (SMDS) do município de São Gonçalo fez a entrega de 200 passes para idosos e portadores de deficiências. O evento realizado na I Igreja Batista do Alcântara é o resultado do trabalho do secretario Adolpho Konder e de sua equipe, que tem como objetivo, melhorar a vida e a estima do povo.
A entrega do RioCard para os gonçalenses é uma vitória, pois o município não possuía um posto de cadastramento e retirada do passe, com isso os idosos e deficientes tinham que se deslocar até Niterói para efetuar todo o processo, mas agora a vida do população foi facilitada e São Gonçalo tem uma sede no Alcântara.
Mesmo com pouco tempo de funcionamento, o setor de passe-livre já tem recolhidos 700 cadastros e já entregou 400 cartões. E a luta pela dignidade e respeito para a população gonçalense continua. A próxima questão a ser resolvida é a dos microônibus não aceitarem o RioCard dos idosos, deficientes e estudantes. Segundo o secretário, ele e a prefeita já estão empenhados na resolução desse assunto.
A entrega dos cartões não tem o propósito de apenas oferecer esse beneficio a população, mas também de orientar seu funcionamento, além de mostrar outros recursos oferecidos pela SMDS como: BOLSA FAMÍLIA, O CRAS, O PET, e todo o trabalho que envolve essas equipes.
A Secretaria de Desenvolvimento Social informa que as pessoas com deficiências que ainda não receberam o aviso da entrega, por telefone, devem aguardar o contato. Para adquirir o Passe-livre – RioCard, o idoso a partir de 65 anos ou o portador de necessidades especiais deve comparecer ao Setor de Passe-livre Livre Municipal, no prédio Anexo da Prefeitura, na Rua Uriscina Vargas, 36, Alcântara. O atendimento é feito de 9h ás 16h, de Segunda à Sexta-Feira.
Para os portadores de necessidades especiais é feita uma triagem para identificar se a pessoa ainda não possui o benefício em outro município e se pode ser enquadrada no perfil das doenças crônicas, tratamentos ou deficiências necessárias para o recebimento da gratuidade. As necessidades especiais para o recebimento do RioCard são: Hanseníase, Tuberculose, HIV, Neoplasias, Insuficiência Renal (em tratamento), deficiência visual, auditiva e motora (com dificuldade de locomoção).
O idoso deve apresentar documento de identidade original, CPF original e um comprovante de residência em seu nome (apenas contas de água, luz, gás ou telefone). No caso de pessoas que não possuam comprovante de residência no próprio nome, é necessário apresentar a certidão de casamento ou uma declaração, reconhecida em cartório, do proprietário do documento.

INAUGURAÇÃO DA SEDE PERMANENTE DO CRAS DE TRIBOBÓ


O Secretário de Desenvolvimento Social de São Gonçalo, Adolpho Konder junto a Prefeita Aparecida Panisset, inaugurou nesta quinta-feira, 30/04, às 10 horas da manhã, a sede permanente do Centro de Referência de assistência social (CRAS) de Tribobó.
O CRAS de Tribobó estava sem um local apropriado para atender a demanda diária de 40 atendimentos em média , mas com o trabalho do secretário Adolpho, a comunidade terá a oportunidade de ter um CRAS em seu bairro e usufruir de seus serviços sociais.
Atualmente, São Gonçalo conta com 11 CRAS localizados nos bairros: Neves, Engenho Pequeno, Centro, Salgueiro, Alcântara, Santa Izabel, Vista Alegre, Jardim Catarina, Guaxindiba, Tribobó e Itaóca.Que tem como objetivo atender famílias em situação de risco social, promover melhorias na qualidade de vida e oferecer diversos serviços e oportunidades à população.
O CRAS de Tribobó abrange os bairros: Anaia Grande, Arrastão, Arsenal, Engenho Roçado, Fazendinha, Ipiiba, Jockey, Loteamento Nossa Senhora de Nazaré, Maria Paula, Nova Grécia, Novo México, Rio do Ouro, Tribobó e Várzea das Moças.
Além de atividades de convivência familiar, palestras, encontros, reuniões, as famílias podem ser incluídas nas ações sócio-educativas, de qualificação produtiva e cursos como: estofamento, pintura em tecido, bordado, garçom, teatro juvenil, artesanato em tecido entre outros.
Pessoas interessadas pelos cursos devem ir ao CRAS e efetuar sua inscrição. O funcionamento é de segunda á sexta de 9 da manhã até ás 17 h. Uma equipe técnica formada por psicólogos e assistentes sociais está sempre no local para atender a comunidade.