‘Minha Casa, Minha Vida 2’ será lançado em junho

A presidenta Dilma Rousseff revelou, sexta (3), que a segunda fase do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ será lançada no meio de junho. Segundo ela, o ‘Minha Casa, Minha Vida 2’ financiará a construção de dois milhões de moradias em todo o país. A informação foi dada durante inauguração de uma plataforma da Petrobras, em Angra dos Reis, no litoral sul fluminense.
O prazo para que a presidenta sancione a Medida Provisória 514, que promoveu alterações no Minha Casa, Minha Vida termina no dia 17 deste mês.
“Na metade deste mês, vamos lançar o Programa Minha Casa, Minha Vida 2, construindo mais 2 milhões de moradias para a população brasileira”, declarou a presidenta.
Indústria Naval - Dilma Rousseff reafirmou o seu compromisso de manter o desenvolvimento do setor de construção naval brasileiro e de estimular uma indústria de navipeças (peças e equipamentos para o setor naval) no país.
“Eu assumo o compromisso de sempre querer melhorar o conteúdo nacional. Nós agora temos de querer estabelecer no Brasil uma indústria de navipeças”, disse.

Fonte: Jornal O São Gonçalo

São Gonçalo terá mini Vila Olímpica

De olho na possibilidade de abrigar locais de treinamentos de países que participarão dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio, São Gonçalo firmou uma parceria com o governo federal para a construção de uma mini Vila Olímpica no bairro Sacramento. De acordo com a Prefeitura, as obras vão começar na segunda quinzena deste mês e custarão R$ 1,8 milhão, financiado pelo Ministério dos Esportes.

Segundo o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Adolpho Konder, o projeto representa possibilidade de integração social.
“Os jovens do Sacramento e dos bairros vizinhos terão a oportunidade de praticar esportes e de desfrutar de mais uma área de lazer por meio de equipamentos públicos”, declarou Konder.
Opção de lazer - Segundo integrantes do Executivo gonçalense, a construção da mini Vila Olímpica garantirá mais uma área de lazer para a população da cidade. De acordo com o projeto, o local terá ginásio de esportes, arquibancada; vestiários para árbitros e times, vestiário para deficientes, quadra poliesportiva, campo de futebol com tamanho oficial, pistas de atletismo, de salto em distância e de salto em altura, prédio administrativo com restaurante e sala com equipamentos de ginástica, banheiros, estacionamento, área de mata preservada e espaço urbanizado com gramados, quiosque e ‘playground’. As áreas de práticas de esportes e de urbanização receberão iluminação para permitir atividades noturnas.
Programas - Além da parceria para a construção da mini Vila Olímpica, São Gonçalo e o Ministério dos Esportes também formalizaram a implementação de dois projetos voltados para o desenvolvimento na área de esportes. São eles: Programa Orçamentário Vivência e Iniciação Esportiva Educacional Segundo Tempo e Programa Cidade Olímpica.

Fonte: Jornal O São Gonçalo
Homenagem do Blog no dia da despedidada do "Grande Pet".




Valeu !!!!
Transporte vira tema de teatro em São Gonçalo


Transporte Coletivo é o tema do 2º Festival Estudantil de Esquete Teatral, promovido pela Prefeitura de São Gonçalo, que será realizado de hoje até sexta-feira, a partir das 9h, no Sest/Senat, em Tribobó. Dezessete escolas da rede inscreveram-se no concurso que tem como objetivo promover educação para o trânsito de forma mais dinâmica e interativa. Os alunos deverão desenvolver montagens que abordem situações ligadas ao dia a dia nos transportes coletivos da cidade. A Companhia de Teatro Máscaras, de Niterói, fará a abertura do festival.

O festival está dividido em três categorias: infantil (1º série e antigos jardim e alfabetização), infanto-juvenil (2º a 4º série) e juvenil (5º a 8º série). A Secretaria de Transportes será responsável pela locomoção dos estudantes até o Sest/Senat e depois do retorno para a escola. Os competidores receberão café da manhã, lanche e ainda ganharão um brinde pela participação, composto por camisa e estojo com caneta, lápis, borracha, régua, apontador e outros materiais escolares.

A bancada do júri que elegerá os melhores esquetes será composta por representantes do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Setrerj) e das Secretarias Municipais de Cultura, Transporte e Educação. O resultado será apresentado no dia 9 de junho, quando os três melhores grupos de cada categoria voltarão ao auditório do Sest/Senat.



Cidades como Maricá e Itaboraí serão beneficiadas pela Petrobras por conta da criação do Complexo Petroquímico do Estado do Rio. Audiência na Alerj discutiu o assunto

A Petrobras irá investir R$ 400 milhões em obras de saneamento em Itaboraí e Maricá, para preparar as duas cidades ao impacto da construção do Complexo Petroquímico do Estado do Rio (Comperj), com inauguração prevista para 2014. A informação foi dada nesta segunda-feira pelo secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, durante audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) sobre as ações ambientais na região onde o Comperj funcionará.
Segundo ele, as mudas irão proteger as margens dos rios Macacu e Caceribu, além de dobrar a disponibilidade de água para a região.
“A Petrobras ficará responsável por 100% do saneamento de Itaboraí e por 50% de Maricá, que já teve a outra metade garantida pela segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2). O material orgânico da Estação de Tratamento de Alegria será tratado e distribuído como água industrial para o Comperj. Com isso, não será necessário despejar esgoto na Baía de Guanabara”, comemorou Minc.
O secretário também festejou a duplicação das áreas protegidas no Estado, de 101 mil hectares para 209 mil e lembrou que a Petrobras bancará o plantio de quatro milhões de árvores na região.

Fonte : O FLUMINENSE

Prefeitura de São Gonçalo realiza ação social no Boassu

A Prefeitura de São Gonçalo, por meio da secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, realizou sábado (28) mais uma edição do projeto “Prefeitura Itinerante – Sábado Cidadão”. O evento aconteceu no Colégio Municipal Presidente Castelo Branco, no Boassu, e teve a participação de várias entidades como Fundação Leão XIII, Sebrae e Caixa Econômica Federal com o “Minha Casa Minha Vida”.

Para o vice prefeito Jorge Aranha, um dos fundadores do projeto, a ideia é atrair cada vez mais parceiros. Ele se referiu a Caixa Econômica Federal que, em sua primeira edição, cadastrou cento e cinquenta pessoas no “Minha Casa Minha Vida”. Segundo ele, quanto maior o número de serviço oferecido gratuitamente a população, maior as chances para o crescimento.

“É gratificante perceber o rosto de satisfação das pessoas quando conseguem sair com os documentos, legalizar sua empresa ou simplesmente fazer as unhas ou cortar o cabelo. Isso não tem preço e caminha ao encontro dos ideais da prefeita Aparecida Panisset caracterizando um governo de aproximação social”, salientou Jorge Aranha.

Centenas de pessoas compareceram ao local e tiveram a oportunidade de buscar atendimento médico, odontológico, estético, social, educacional, institucional, tirar a segunda via da Carteira de Identidade e da certidão de nascimento.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Adolpho Konder, a média de atendimento por evento gira em torno de 1,5 mil pessoas. Em seu quinto ano já atendeu mais de 280 mil. Além de trabalho de cidadania, já viabilizou várias outras ações como o “Páscoa dos Sonhos”, com distribuição de mais de três mil ovos de páscoa; a famosa “Árvore da Coca-Cola”, que atraiu milhares de pessoas à Praça Zé Garoto e; o “Cristo Sétima Maravilha”, que mobilizou os gonçalenses para votar a favor da escolha do Cristo Redentor como a oitava maravilha do mundo.

“O projeto é hoje um sucesso face a sua vocação: levar dignidade aos gonçalenses. Me sinto orgulhoso de fazer parte disso”, falou Adolpho Konder.


Fonte: O São Gonçalo

Ciesg: 4 mil novas vagas deve ser criadas nos próximos 18 meses em SG

Novo complexo industrial pretende reunir cerca de 15 fábricas no município de São Gonçalo e provar definitivamente que não é só do setor naval que vive a indústria fluminense

Nos próximos 18 meses pelo menos 4 mil empregos serão criados. O Complexo Industrial de São Gonçalo (Ciesg), nova zona industrial, já tem garantidas 15 empresas de vários ramos, inclusive da área farmacêutica e de produtos médicos. O investimento planejado está na ordem de 376 milhões até 2015.

Para garantir o escoamento da produção, as empresas e o poder público se aliaram para melhorar a infraestrutura da região com transporte, segurança e pavimentação. Todo esse progresso acontece em uma área carente da cidade, o bairro de Guaxindiba, que fica à margem da rodovia BR-101,

O local foi escolhido a dedo. O terreno plano de 7,5 milhões de metros quadrados abrigou de 1932 a 1986 a fábrica de cimento Mauá, que tinha instalações ferroviárias e canal de navegação próprios.

O parque conta com a instalação das empresas Aliança, B.Braun, Kerneos, Brasco, Siriso, Jotun, R.C. Vieira, Logshore, Grupo Votorantin, Schulz, Chryso, Parex e BR – Petrobras.

A subsecretária de desenvolvimento econômico do Estado do Rio de Janeiro, Renata Cavalcanti, disse que o Governo do Estado avalia de forma positiva a iniciativa dos empresários locais de criar um distrito industrial, que já nasce como uma grande empresa como âncora, a B. Braun.

“São Gonçalo merece ter de volta dinamismo econômico e o polo é um grande passo nesse sentido. Outras importantes alavancas da atividade econômica local serão o Arco Metropolitano e o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj)”, enumera.

Para ela, a recuperação do Rio de Janeiro está atrelada à recuperação dos municípios da Região Metropolitana, com destaque para São Gonçalo.

“Em 2008, o município, com cerca de um milhão de habitantes, apresentava receita pública per capita de R$ 454,97, a menor entre as cidades fluminenses e a terceira menor do Brasil”, revela.

Já o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia de São Gonçalo, Adolpho Konder, garante que a cidade vai se beneficiar do Ciesg mas explica que o papel da Prefeitura será o de facilitador para a chegada do desenvolvimento.

“A Prefeitura vai investir na infraestrutura do bairro e facilitar o licenciamento das empresas, mas o projeto prevê ainda a instalação de escolas de qualificação profissional, que vão permitir que a mão de obra local seja absorvida”.

Ele disse ainda que a Prefeitura de São Gonçalo e o Governo do Estado planejam, juntos, questões como transporte, pavimentação e segurança.

“As empresas querem que o município faça melhorias na região e estenda às empresas do Ciesg benefícios fiscais praticados em outras áreas da cidade, como a redução da alíquota de 5% do Imposto sobre Serviços (ISS)”, revela Konder.

“A ideia é ocupar toda a área que será integrada ao Porto através de uma estrada de 25 quilômetros, que ligará a cidade ao Comperj”, planeja.

Renovação – Apesar da tradição naval e petrolífera do Estado, o maior investimento programado vem do setor de fármacos e equipamentos médicos, através da B.Braun.

O gerente de engenharia e gestão ambiental da B.Braun, Cláudio Carraro, estima que apenas a empresa gere mais de 1,1 mil empregos diretos ao final de todas as fases do projeto e 300 indiretos para serviços de apoio.

A empresa planeja R$ 230 milhões na estrutura de aproximadamente 80 mil metros quadrados, que já está em construção no terreno de 200 mil metros quadrados adquirido.

“No local serão fabricados dispositivos e equipamentos médicos. O parque industrial contará com um Centro Logístico, uma fábrica de Dispositivos Médicos e um novo Centro Administrativo”.

Infraestrutura – O estaleiro Aliança apostou na região e constrói uma fábrica de calderaria pesada para apoio à indústria naval. Apenas a obra gerou 250 empregos diretos.

Já a Logshore, Empresa de armazenamento e cargas naval e offshore, investiu, em dois anos e meio cerca de R$ 35 milhões em melhorias de acesso ao longo da via e pretende ampliaras instalações atuais que ocupam 400 mil metros quadrados, com R$ 18 milhões em novos investimentos.

A Siriso, companhia de participações e investimentos imobiliários, investiu R$ 8 milhões em obras de infraestrutura e a Kerneos, vai aplicar R$ 2 milhões, por ano, nos próximos cinco anos na modernização das suas instalações.

Capacitação – Para o diretor da Logshore, Renato Temperini, grande parte das oportunidades oferecidas pela empresa são para jovens de 20 a 23 anos em situação de primeiro emprego.

“Preferimos treinar nossos funcionários. Hoje, o salário médio de um rigger, que é o profissional responsável por movimentar as cargas no armazém, fica na faixa de R$ 1,2 mil, além dos benefícios como assistência médica e odontológica”.

Água – Temperini explica que, embora mal urbanizada e sem água encanada, a área já possui gás canalizado e fibra ótica, além de energia elétrica.

Em março os empresários se reuniram com o vice-governador Fernando Pezão, secretário de Obras do Estado, que prometeu agilizar o abastecimento de água para a região, o que vai beneficiar também os 40 mil habitantes do entorno.

O loteamento foi projeto de Ricardo Campos, diretor da Sirisa Participações e Investimentos, e já havia sido aprovado pela Prefeitura quando surgiu a notícia da instalação do Comperj. Ele se associou a um investidor francês e outra área, de 5 milhões de metros quadrados, foi comprada por um investidor da capital fluminense.

História, revitalização e valorização imobiliária

O Complexo Industrial e Empresarial de São Gonçalo (Ciesg), que fica em Guaxindiba, revitaliza o passado industrial da cidade, que já foi considerada a Manchester Fluminense e abrigou uma das maiores fábricas de cimento do País, a Companhia Nacional de Cimento Portland Mauá (CNCPM).

A corrida industrial em São Gonçalo começou em 1925, com a chegada da Companhia Brasileira de Usinas Metalúrgicas (CBUM). Com o tempo, a usina foi incorporada ao grupo Hime que, além da fundição e da cerâmica, produzia fósforos da marca Sol, na Companhia Brasileira de Fósforo.

Em dezembro de 1937, foi fundada a “Tarragó, Martinez e Cia Ltda”, futura indústria de conservas de peixe Coqueiro. A troca de nome deveu-se à mudança do ramo de negócio. A primeira atividade desta indústria era a manipulação de tamarindo. Porém, ao mudar para o ramo de peixes, a empresa teve que atualizar a razão.

A nova empresa prosperou e a marca Coqueiro projetou-se nacional e internacionalmente. Em 1973, o Grupo Quaker comprou a fábrica e consolidou a marca Coqueiro, além de ampliar sua tradicional liderança no mercado.

Renato Temperini comemora a revitalização contando que a área estava abandonada e era usada para desova de cadáveres e carcaças de automóveis. Para ele, com a instalação do complexo, a população do entorno vai ganhar não só oportunidades de trabalho e de desenvolver novos empreendimentos, mas também com a valorização da região.

“Uma pesquisa feita pelo Ciesg com o mercado imobiliário mostrou que o metro quadrado, que custava pouco mais de um real há cerca de cinco anos, hoje é negociado entre R$ 150 e R$ 350”.

O FLUMINENSE





São Gonçalo vai ter barcas direto para o Rio

A Prefeitura de São Gonçalo vai apresentar hoje, em Brasília, as alterações feitas em seu projeto para a construção do ‘Corredor Viário’ entre os bairros de Neves e Santa Izabel, que será financiado por recursos do Programa de Aceleração do Crescimento Mobilidade Grandes Cidades (PAC da Mobilidade). De acordo com o Executivo gonçalense, as mudanças no projeto original foram pedidas pelos ministérios das Cidades e do Planejamento. Segundo o governo municipal, a principal alteração é a inclusão da ligação hidroviária entre São Gonçalo e o Rio (Praça XV).

fonte: Jornal O São Gonçalo