Secretário-geral da ONU elogia Fome Zero e Bolsa Família
Sexta-feira, 28 de maio de 2010
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, disse, em entrevista coletiva no Rio de Janeiro, durante o III Fórum da Aliança de Civilizações, que os programas Fome Zero e Bolsa Família fizeram "uma grande diferença" para o Brasil.
Depois de saudar os jornalistas em português, Ban disse que o país obteve progressos sobre a erradicação da extrema pobreza e da fome, um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU, e citou a importância dos dois programas sociais nesse sentido.
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, disse, em entrevista coletiva no Rio de Janeiro, durante o III Fórum da Aliança de Civilizações, que os programas Fome Zero e Bolsa Família fizeram "uma grande diferença" para o Brasil.
Depois de saudar os jornalistas em português, Ban disse que o país obteve progressos sobre a erradicação da extrema pobreza e da fome, um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio da ONU, e citou a importância dos dois programas sociais nesse sentido.
‘O nosso foco sempre esteve na família’
Segunda-feira, 24 de maio de 2010
O advogado e ex-secretário municipal de Desenvolvimento Social, Adolpho Konder, fala sobre a estrutura de assistência social da cidade, que se transformou em referência no combate à violência familiar. Como pré-candidato a deputado federal pelo DEM, ele discute a necessidade de políticas de habitação, saneamento básico e transporte para a região.
OSG - O tratamento que a Prefeitura de São Gonçalo deu ao desenvolvimento social se tornou referência para os outros municípios do estado. A que se deve essa conquista?
AK - Conseguimos nesse período, estruturar uma rede de assistência social, fazendo parcerias com o Governo Federal. Aplicamos todos os programas e, hoje, a cidade tem 12 Centros de Referência de Assistência Social (Cras), um Creas, que é um centro de referência especializado. Além disso, atendemos centenas de crianças através do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil. Fizemos um mapeamento e conseguimos atuar nas áreas que São Gonçalo mais precisava.
OSG - Como o senhor avalia as políticas de assistência à mulher em São Gonçalo?
AK - Nós fizemos um trabalho integrado com a subsecretaria de políticas públicas para as mulheres. Criamos um Centro de Referência, localizado ao lado da prefeitura, que visa atender famílias vítima de violência ou em situação de vulnerabilidade social. Temos uma base de serviço composto por psicólogas e assistentes sociais, que trabalham não só com a questão da mulher em situação de risco, mas também da criança e do idoso. Nosso foco sempre esteve na família. Só o Programa Bolsa Família atende 40 mil, que foram também beneficiadas pelo projeto de capacitação profissional Próximo Passo, em parceria com o Governo Federal.
OSG - Como funcionava o canal de comunicação entre a sociedade e os projetos da secretaria?
AK - Durante a minha gestão, criamos o programa Amigo na Linha, a princípio para atender pessoas com depressão. Mas em um segundo momento, ele se transformou na ouvidoria da Secretaria de Desenvolvimento Social, para onde as pessoas ligam e são encaminhadas para os nossos projetos. O cidadão informa o bairro e o problema social que está vivendo, ou às vezes denuncia problemas de vizinhos, familiares e amigos, e a prefeitura, através da SMDS, pode atendê-las.
OSG - Com a visão desenvolvida no trabalho social, quais as necessidades que o senhor ainda enxerga no município?
AK - Percebo ainda carências, principalmente no campo da habitação e do saneamento básico, em especial no fornecimento de água. Existem vários locais na cidade que não possuem rede de esgoto e a demanda habitacional do município é de 20 mil residências. Essa realidade se agravou com as enchentes. Não há como se desenvolver socialmente, sem tratar essas questões. Por isso é preciso buscar recursos, através de parcerias. O governo municipal precisa de parceiros em Brasília. Estive ao lado da prefeita Aparecida Panisset em grande parte do seu mandato e fui testemunha da dificuldade de transformar essa cidade com tão pouca verba. Somos o município com a menor renda per capita do estado. Por isso me licenciei e me coloquei a disposição da prefeita como pré-candidato a deputado federal pelo DEM. Quero fazer essa ponte e ajudar não só a São Gonçalo, mas toda a região, porque política de Desenvolvimento Social deve ser realizada de maneira integrada.
OSG - Que outra área o senhor acha que merece atenção especial das autoridades?
AK - A vinda do Comperj traz também a demanda de investimentos em transporte. O Governo do Estado está investindo na Linha 3 do Metrô e nós temos que buscar outras soluções para mobilidade urbana na região. Vamos precisar de comunicação rápida. Os parlamentares e prefeitos dessa região terão que trazer emendas parlamentares para agilizar o metrô e tratar de outros projetos.
Fonte: Jornal O São Gonçalo.
O advogado e ex-secretário municipal de Desenvolvimento Social, Adolpho Konder, fala sobre a estrutura de assistência social da cidade, que se transformou em referência no combate à violência familiar. Como pré-candidato a deputado federal pelo DEM, ele discute a necessidade de políticas de habitação, saneamento básico e transporte para a região.OSG - O tratamento que a Prefeitura de São Gonçalo deu ao desenvolvimento social se tornou referência para os outros municípios do estado. A que se deve essa conquista?
AK - Conseguimos nesse período, estruturar uma rede de assistência social, fazendo parcerias com o Governo Federal. Aplicamos todos os programas e, hoje, a cidade tem 12 Centros de Referência de Assistência Social (Cras), um Creas, que é um centro de referência especializado. Além disso, atendemos centenas de crianças através do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil. Fizemos um mapeamento e conseguimos atuar nas áreas que São Gonçalo mais precisava.
OSG - Como o senhor avalia as políticas de assistência à mulher em São Gonçalo?
AK - Nós fizemos um trabalho integrado com a subsecretaria de políticas públicas para as mulheres. Criamos um Centro de Referência, localizado ao lado da prefeitura, que visa atender famílias vítima de violência ou em situação de vulnerabilidade social. Temos uma base de serviço composto por psicólogas e assistentes sociais, que trabalham não só com a questão da mulher em situação de risco, mas também da criança e do idoso. Nosso foco sempre esteve na família. Só o Programa Bolsa Família atende 40 mil, que foram também beneficiadas pelo projeto de capacitação profissional Próximo Passo, em parceria com o Governo Federal.
OSG - Como funcionava o canal de comunicação entre a sociedade e os projetos da secretaria?
AK - Durante a minha gestão, criamos o programa Amigo na Linha, a princípio para atender pessoas com depressão. Mas em um segundo momento, ele se transformou na ouvidoria da Secretaria de Desenvolvimento Social, para onde as pessoas ligam e são encaminhadas para os nossos projetos. O cidadão informa o bairro e o problema social que está vivendo, ou às vezes denuncia problemas de vizinhos, familiares e amigos, e a prefeitura, através da SMDS, pode atendê-las.
OSG - Com a visão desenvolvida no trabalho social, quais as necessidades que o senhor ainda enxerga no município?
AK - Percebo ainda carências, principalmente no campo da habitação e do saneamento básico, em especial no fornecimento de água. Existem vários locais na cidade que não possuem rede de esgoto e a demanda habitacional do município é de 20 mil residências. Essa realidade se agravou com as enchentes. Não há como se desenvolver socialmente, sem tratar essas questões. Por isso é preciso buscar recursos, através de parcerias. O governo municipal precisa de parceiros em Brasília. Estive ao lado da prefeita Aparecida Panisset em grande parte do seu mandato e fui testemunha da dificuldade de transformar essa cidade com tão pouca verba. Somos o município com a menor renda per capita do estado. Por isso me licenciei e me coloquei a disposição da prefeita como pré-candidato a deputado federal pelo DEM. Quero fazer essa ponte e ajudar não só a São Gonçalo, mas toda a região, porque política de Desenvolvimento Social deve ser realizada de maneira integrada.
OSG - Que outra área o senhor acha que merece atenção especial das autoridades?
AK - A vinda do Comperj traz também a demanda de investimentos em transporte. O Governo do Estado está investindo na Linha 3 do Metrô e nós temos que buscar outras soluções para mobilidade urbana na região. Vamos precisar de comunicação rápida. Os parlamentares e prefeitos dessa região terão que trazer emendas parlamentares para agilizar o metrô e tratar de outros projetos.
Fonte: Jornal O São Gonçalo.
Foto: Lucas Figueiredo.
Adolpho Konder lidera mobilização para campanha
IBGE divulga Pesquisa de Informações Básicas Municipais
Lançamento contou com a presença da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem (21), às 10h, no Rio, o Suplemento de Assistência Social da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic 2009).
Realizada em convênio com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), a pesquisa faz um diagnóstico da política de assistência social nos 5.565 municípios brasileiros, com informações sobre legislação, recursos humanos, serviços oferecidos, entre outras.
O lançamento contou com a presença da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, e da diretora de Pesquisa do IBGE, Wasmália Bivar.
Às 14h30, Márcia Lopes e o secretário de Articulação para Inclusão Produtiva do MDS, Ronaldo Garcia, participaram em Mesquita, na Baixada Fluminense, da inauguração da Padaria-Escola do município. O projeto é resultado de parceria entre a prefeitura e a empresa MRS Logística, que doou R$ 100 mil ao Fundo da Infância e Adolescência (FIA) para a construção do espaço e a aquisição dos equipamentos e utensílios.
A Padaria-Escola iniciará as atividades com duas turmas do curso básico de panificação - 20 alunos em cada. As aulas ocorrerão duas vezes por semana, com quatro horas de duração, durante três meses.
Fonte: Agência Brasil.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem (21), às 10h, no Rio, o Suplemento de Assistência Social da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic 2009).
Realizada em convênio com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), a pesquisa faz um diagnóstico da política de assistência social nos 5.565 municípios brasileiros, com informações sobre legislação, recursos humanos, serviços oferecidos, entre outras.
O lançamento contou com a presença da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, e da diretora de Pesquisa do IBGE, Wasmália Bivar.
Às 14h30, Márcia Lopes e o secretário de Articulação para Inclusão Produtiva do MDS, Ronaldo Garcia, participaram em Mesquita, na Baixada Fluminense, da inauguração da Padaria-Escola do município. O projeto é resultado de parceria entre a prefeitura e a empresa MRS Logística, que doou R$ 100 mil ao Fundo da Infância e Adolescência (FIA) para a construção do espaço e a aquisição dos equipamentos e utensílios.
A Padaria-Escola iniciará as atividades com duas turmas do curso básico de panificação - 20 alunos em cada. As aulas ocorrerão duas vezes por semana, com quatro horas de duração, durante três meses.
Fonte: Agência Brasil.
Secretaria de Desenvolvimento Social e SENAC/RJ oferecem cursos profissionalizantes
Sexta-feira, 21 de maio de 2010
A Secretaria de Desenvolvimento Social (SMDS) de São Gonçalo, em parceria com o SENAC/RJ, está oferecendo cursos profissionalizantes para dar oportunidade a todos que precisam gerar uma renda.
São oferecidos cursos de informática básica, prática de escritório, técnico de garçom, técnica de maquiagem, técnica de cozinha, confeitagem, panificação, arte em tecido,mosaico e pátina, móveis de peti, manicure e pedicure e criação de adereços de carnaval.
A duração em média dos cursos será de 2 à 4 meses, já com o início das aulas para 1 de junho nos cursos de prática de escritório e informática.
As inscrições ainda estão abertas e poderão ser feitas nos Centros de Assistência Social (CRAS), com a seguinte documentação: Xerox da Identidade, CPF, Comprovante de Residência, e nos cursos de prática de escritório e informática será necessário a apresentação da declaração de que já concluiu ou estará concluindo o 2º grau em 2010, e ter 18 anos. Nos demais cursos é preciso ter 16 anos, saber ler e escrever e realizar as 4 operações.
Todo material será doado pelo SENAC/RJ, inclusive o certificado da conclusão do curso.
São Gonçalo possui 12 CRAS:
Alcântara – Rua Uriscina Vargas, 36.
Jardim Catarina – E. M. Anísio Teixeira Rua Visconde de Seabra.
Vista Alegre - Rua São Pedro, 02 (Antiga LBA).
Sta. Isabel – Est. Santa Izabel, 95 (ao lado do lava jato do Julhinho).
Tribobó – Rua Alfredo Rabelo Lote10 Quadra 04.
Neves – CIEP, 437 ( Rua do DETRAN).
Engenho Pequeno – Rua Mentor Couto, 925.
Salgueiro – Rua Sobral Campos, 101 (3º ponto depois do DPO do Salgueiro).
Guaxindiba – Rua Aquilino de Carvalho (próximo ao pólo Municipal).
Itaoca – Rua Antonio Leôncio 33 Lote 01.
A Secretaria de Desenvolvimento Social (SMDS) de São Gonçalo, em parceria com o SENAC/RJ, está oferecendo cursos profissionalizantes para dar oportunidade a todos que precisam gerar uma renda.
São oferecidos cursos de informática básica, prática de escritório, técnico de garçom, técnica de maquiagem, técnica de cozinha, confeitagem, panificação, arte em tecido,mosaico e pátina, móveis de peti, manicure e pedicure e criação de adereços de carnaval.
A duração em média dos cursos será de 2 à 4 meses, já com o início das aulas para 1 de junho nos cursos de prática de escritório e informática.
As inscrições ainda estão abertas e poderão ser feitas nos Centros de Assistência Social (CRAS), com a seguinte documentação: Xerox da Identidade, CPF, Comprovante de Residência, e nos cursos de prática de escritório e informática será necessário a apresentação da declaração de que já concluiu ou estará concluindo o 2º grau em 2010, e ter 18 anos. Nos demais cursos é preciso ter 16 anos, saber ler e escrever e realizar as 4 operações.
Todo material será doado pelo SENAC/RJ, inclusive o certificado da conclusão do curso.
São Gonçalo possui 12 CRAS:
Alcântara – Rua Uriscina Vargas, 36.
Jardim Catarina – E. M. Anísio Teixeira Rua Visconde de Seabra.
Vista Alegre - Rua São Pedro, 02 (Antiga LBA).
Sta. Isabel – Est. Santa Izabel, 95 (ao lado do lava jato do Julhinho).
Tribobó – Rua Alfredo Rabelo Lote10 Quadra 04.
Neves – CIEP, 437 ( Rua do DETRAN).
Engenho Pequeno – Rua Mentor Couto, 925.
Salgueiro – Rua Sobral Campos, 101 (3º ponto depois do DPO do Salgueiro).
Guaxindiba – Rua Aquilino de Carvalho (próximo ao pólo Municipal).
Itaoca – Rua Antonio Leôncio 33 Lote 01.
Assinar:
Postagens (Atom)


