Deficientes de São Gonçalo vão participar do projeto Boliche é Escola


Segunda-feira, 09 de Novembro de 2009

Portadores de deficiência de São Gonçalo, cadastrados na Coordenadoria de Inclusão Produtiva, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS), vão participar do projeto Boliche é Escola a partir da próxima semana. A iniciativa é uma parceria da SMDS com o Playtoy, do Shopping São Gonçalo, e já beneficia crianças e adolescentes do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti). Os integrantes dos Cras e Peti participam do esporte desde outubro. No total, serão atendidos 1260 alunos destes programas.

Em janeiro, eles vão disputar um campeonato, que será organizado pela SMDS e Playtoy. Segundo Sandra Helena, responsável pela Coordenadoria de Inclusão Produtiva, o objetivo deste torneio é estimular o espírito de competitividade dos participantes.

As aulas acontecem as terças, quartas e quintas-feiras, das 14h às 16h, na pista de boliche do shopping. Por dia, 30 crianças e adolescentes, de 7 a 15 anos, sendo 15 do Peti e a outra metade do Cras, participam do projeto. De acordo com o secretário Adolpho Konder, essas atividades estimulam a mudança de hábitos, atitudes e melhoram a qualidade de vida das famílias, dando esperanças de um futuro melhor.

– Precisamos sensibilizar a sociedade sobre a importância da infância como tempo de brincar e estudar. O trabalho precoce prejudica a saúde emocional dessas crianças – frisa Konder.

Secretário Adolpho Konder joga boliche com as crianças dos Cras e Peti

Aberto o 1º Fórum de População em Situação de Rua de São Gonçalo

Sábado, 07 de Novembro de 2009

São Gonçalo é o primeiro município do Brasil a realizar um Fórum de População em Situação de Rua com a participação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. A informação foi revelada pela representante do Governo Federal, Iracema Souto, nesta sexta-feira, dia 6, na abertura do primeiro congresso na cidade que vai discutir a construção de uma rede de proteção a esses cidadãos. O secretário municipal de Desenvolvimento Social, Adolpho Konder, abriu o evento, que foi realizado até hoje (07/11), na Primeira Igreja Batista da Trindade.

Souto, que é a coordenadora geral de regulação das ações de Proteção Social Especial do Governo Federal, adiantou que, no dia 22 de dezembro, em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai assinar uma norma, criando a política nacional da população em situação de rua, que vai garantir direitos a estes cidadãos.

– Os Estados e municípios serão obrigados a cumprirem o que estará estabelecido nesta norma, independente de interesses políticos. E uma política de resgate do ser humano – explica ela, que citou algumas determinações desta lei, como a criação de um centro de referência especializado para os moradores que vivem nas ruas; reestruturação de abrigos, com ambiente mais humanizado; investimento na qualificação profissional; inclusão destas pessoas nos censos, entre outros.

Para Adolpho Konder, o diferencial deste fórum, que tem o tema “Estou na rua...eu existo?”, é que os principais interessados terão voz ativa nos debates. Segundo ele, será feito um diagnóstico com o que é necessário para garantir a cidadania destas pessoas.

– Eles que irão nos pautar, dizendo qual é a maneira para mudar essa situação. Precisamos mobilizar os setores da prefeitura para realizar ações éticas e humanizadas, sem o choque de ordem – frisou o secretário.

O fundador do Movimento Nacional de População em Situação de Rua, Anderson Miranda, afirmou que não adianta somente discutir ideias. De acordo com ele, é preciso colocar as políticas publicas em prática.

– Vamos chamar a atenção do governador (Sergio Cabral) e do prefeito do Rio (Eduardo Paes) com este evento porque morador em situação de rua não é caso de polícia – criticou Miranda, se referindo os choques de ordem que são reaizados pela prefeitura daquela cidade.

Também participaram da solenidade de abertura o vice-prefeito Jorge Aranha, representando a prefeita Aparecida Panisset; a secretária municipal de Educação, Keyla Nícia; os subsecretários municipais de Desenvolvimento Social, Pedro Veiga e Edson Alves; a responsável pelo serviço Abordagem, Triagem e Acompanhamento a Pessoas em Situação de Rua, Dianne Arrais; o vereador Marlos Costa, representando a Câmara Municipal; entre outras autoridades.

Nova lei de adoção impede que os menores fiquem mais de dois anos em abrigos

Sexta-feira, 06 de Novembro de 2009

Sancionada em 3/8, entrou em vigor a lei 12.010 , que muda as regras de adoção de crianças e adolescentes e traz alterações significativas.

•Permanência no abrigo

Antes: Não havia prazo estipulado para a permanência da criança.
Agora: A partir de agora, a criança poderá ser mantida por, no máximo, dois anos sem destituição do poder familiar.

A mudança atende ao que é definido no ECA : que a permanência das crianças nos abrigos deve ser temporária – tempo suficiente para a Justiça decidir se a criança deve retornar à família e à adoção.

A nova legislação estabelece que uma equipe interprofissional ou multidisciplinar deverá avaliar a situação de cada menor, no máximo, a cada 6 (seis) meses, devendo a autoridade judiciária competente, com base em relatório elaborado pela equipe, decidir de forma fundamentada pela possibilidade de reintegração familiar ou colocação em família substituta.

Entretanto há uma ressalva : a criança poderá permanecer no abrigo, caso seja provada absoluta impossibilidade, demonstrada por decisão judicial fundamentada.

•Família extensa

Antes: O conceito não existia.
Agora: Antes de encaminhar a criança para a adoção haverá tentativas de reintegração da criança à família extensa : parentes próximos com os quais a criança ou adolescente convive e mantém vínculos de afinidade e afetividade. Eles têm preferência sobre o cadastro nacional e estadual de adoção.

•Doação do filho pela gestante

Antes: Não havia previsão.
Agora: Institui assistência desde a gravidez para a entrega do filho.
As grávidas que quiserem doar seus filhos devem ser, obrigatoriamente, encaminhadas à Justiça da Infância e da Juventude pelos profissionais que souberem do desejo. O médico, enfermeiro ou dirigente de estabelecimento de atenção à saúde de gestante que deixar de efetuar imediato encaminhamento à autoridade judiciária poderá ser penalizado com multa de R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00.

A lei estabelece que o poder público deverá proporcionar assistência psicológica à gestante e à mãe, inclusive as que manifestaram interesse em entregar seus filhos para adoção.

•Capacitação para futuros pais

Antes: Não havia regras.
Agora: Prevê frequência dos candidatos em curso preparatório.
Após os interessados na adoção entrarem com uma petição, munidos de comprovante de renda, atestado de sanidade física e mental, certidão de antecedentes criminais; entre outros documentos, eles serão ouvidos pelo MP, que poderá inclusive convocar testemunhas "que permitam aferir a capacidade e o preparo dos postulantes para o exercício de uma paternidade ou maternidade responsável".

Em seguida eles deverão, obrigatoriamente, participar de programa oferecido pela Justiça da Infância e da Juventude que inclui preparação psicológica, orientação e estímulo à adoção inter-racial, de crianças maiores ou de adolescentes, com necessidades específicas de saúde ou com deficiências e de grupos de irmãos.

•Adoção internacional

Antes: O candidato deveria comprovar estar devidamente habilitado à adoção, consoante as leis do seu país, bem como apresentar estudo psicossocial elaborado por agência especializada e credenciada no país de origem.
Agora: Para pessoas ou casais residentes fora do país haverá um cadastro distinto, que somente será consultado na inexistência de postulantes nacionais habilitados nos cadastros. A medida está de acordo com a Convenção de Haia para a adoção internacional.

•Idade para adotar

Antes: Podiam entrar no processo de adoção os maiores de 21 anos, independentemente do estado civil.
Agora: Podem participar do procedimento os maiores de 18 anos, independentemente do estado civil.
A mudança ocorreu para adequar a lei ao Código Civil em que a maioridade está fixada em 18 anos.

A lei traz avanços como disciplinar a adoção por famílias estrangeiras e permitir que maiores de 18 anos, independente do estado civil, e até mesmo casais já separados, possam adotar um filho.
Apesar do avanço, segundo o Conselho, a norma é omissa quanto à possibilidade de casais homossexuais adotarem uma criança ou adolescente. A nova lei apenas descreve que, "para adoção conjunta, é indispensável que os adotantes sejam casados civilmente ou mantenham união estável, comprovada a estabilidade da família".

Para a representante do Conselho Federal de Psicologia, Iolete Ribeiro da Silva, a omissão da lei faz com que cada caso de adoção por famílias de pais homossexuais fique a critério do juiz responsável pelo processo na vara de Infância e Juventude.

A psicóloga assinala também que falta estrutura no Poder Judiciário para que a lei seja cumprida. "A estrutura é precária e inoperante", diz ela, afirmando que faltam profissionais (assistentes sociais e psicólogos, especialmente) para analisar os processos, fazer triagem de famílias e executar outros procedimentos necessários à adoção. Segunda a nova lei, "a permanência da criança e do adolescente em programa de acolhimento institucional não se prolongará por mais de dois anos".

Iolete ainda aponta que os Estados e municípios ainda não implementaram o Plano Nacional de Promoção, Defesa e Garantia do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária, aprovado há cerca de três anos pelo Conselho Nacional de Assistência Social e pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente.

"Não haveria necessidade de uma lei de adoção se o plano tivesse sido de fato implementado",
disse Iolete em entrevista à Agência Brasil, acrescentando que, além do Judiciário, os governos estaduais e as prefeituras precisam fazer investimentos para melhorar o acolhimento de crianças e adolescentes e fazer tornar a adoção mais ágil.

Dados do Cadastro Nacional de Adoção, do CNJ, informam que há cerca de 3.,5 mil crianças e adolescentes aguardando pela adoção e mais de 22 mil pessoas dispostas a adotar. Cerca de 80% das famílias interessadas, no entanto, procuram filhos adotivos de até 3 anos - apenas 7% das crianças cadastradas ainda estão nessa faixa etária.

"A lei não vai mudar isso. Essa preferência tem razões culturais eé necessário um processo educativo para mudar", disse a psicóloga ,apontando a necessidade de políticas sociais para estimular a adoção de crianças mais velhas e adolescentes.

São Gonçalo promove 1º Fórum Municipal de População em Situação de Rua

Quinta-feira, 05 de Novembro de 2009

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS) de São Gonçalo promove amanhã e sábado, dias 6 e 7, o 1º Fórum Municipal de População em Situação de Rua. O secretário Adolpho Konder, ao lado da prefeita Aparecida Panisset, abre o evento nesta sexta-feira.às 19h. Representantes do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, do Governo do Estado e de outras prefeituras vão participar do evento, que acontece na Primeira Igreja Batista da Trindade. A ideia do fórum, que o tema “Estou na rua...eu existo?” é, segundo Konder, mobilizar os setores da prefeitura para realizar ações éticas e humanizadas, sem o choque de ordem.

As inscrições serão encerradas nesta quinta-feira, dia 5. Os cadastros podem ser feitos até às 17h, no Centro de Proteção Social Especial, que fica na Rua Salvatori, 102, Centro. Mais informações pelos telefones 2603-9317 ou 9981-5259.

O credenciamento acontece na sexta-feira, a partir das 17h30. No sábado, as discussões serão iniciadas às 9h, após uma apresentação cultural dos integrantes do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti). O filósofo e coordenador do Fórum Permanente de População em Situação de Rua no Estado do Rio de Janeiro, Jorge Muñoz, vai falar sobre o tema do evento. Na mesa de debates, também estarão Dianne Arrais, assistente social e responsável pelo serviço de Abordagem, Triagem e Acompanhamento a Pessoas em Situação de Rua – Atria da SMDS; e um representante do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

Durante todo o dia, pedagogos, assistentes sociais e sociólogos estarão discutindo o tema para construir uma rede de proteção a esses cidadãos, que atinja níveis intermunicipais.

Serviço:

1º Fórum Municipal de População em Situação de Rua de São Gonçalo
Data: 6 e 7 de novembro
Local: Rua Pastor Waldemar Zarro, 28 (templo antigo da Primeira Igreja Batista da Trindade)

Konder se reúne com secretários municipais e do governo estadual para ajudar famílias do Novo México

Quarta-feira, 04 de Novembro de 2009

Prefeitura aguarda decisão judicial para demolir posto de combustível. Dia 7, a partir das 9h, acontece o Sábado Cidadão no Sest-Senat

O secretário de Desenvolvimento Social de São Gonçalo, Adolpho Konder, se reuniu nesta terça-feira (03/11) com representantes dos governos municipal e estadual e com a associação de moradores do Novo México para buscar soluções para a comunidade, prejudicada pelo temporal do dia 19 de outubro. O proprietário do posto de combustível, construído ilegalmente em cima do Rio das Pedras, foi multado pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente em R$ 3 milhões e a prefeitura aguarda uma decisão judicial para demoli-lo. Por causa das chuvas, a ponte, que dava acesso ao posto, desabou e represou a água, provocando o alagamento de 60 casas.

A secretária municipal de Meio Ambiente, Dora Cordeiro, explicou que o Instituto Estadual do Ambiente (INEA) é responsável por licenciar postos de combustíveis. Já a prefeitura fiscaliza os estabelecimentos.

Konder, que convocou a reunião no anexo da prefeitura, em Alcântara, ressaltou que o objetivo é buscar serviços dos governos municipal e estadual para ajudar os moradores do Novo México.

– A próxima edição do Projeto Sábado Cidadão, que reúne serviços de vários setores da prefeitura, será realizada no dia 7, no Sest/Senat, localizado perto da comunidade – adiantou o secretário, que já havia disponibilizado o telefone 3262-3601 para a população fazer doações aos moradores do bairro.

Já superintendente de Estado da Região Metropolitana, Cristiane Amaral, que representou o subsecretário Alexandre Felipe, disse que o governo estadual vai trabalhar em conjunto com a prefeitura de São Gonçalo para solucionar o mais rápido possível a situação das famílias do Novo México.

Também participaram da reunião a secretária municipal de Educação, Keyla Nícia; o engenheiro José Alves, representando o secretário de Infra-estrutura, Urbanismo e Habitação, Daelson Viana; o coordenador da Defesa Civil, major Cláudio Lucena; o coordenador de Proteção Social Especial da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Francisco Barreto; além dos moradores Marcelo Clementino de Araújo e Carlos Sérgio Borges.

Seminário Internacional: Estado, Filantropia e Assistência - 16 a 19 de novembro


Ministério libera R$ 98 milhões para combate a drogas em 18 estados

Pacote prevê abertura de 73 novos Centros de Atenção Psicossocial.
Ação também vai ampliar assistência a pacientes com transtornos mentais.

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (3) um pacote de medidas que pretende ampliar a rede de assistência médica a usuários de álcool e drogas e a pacientes com transtornos mentais em 18 estados. Orçado em R$ 98,3 milhões anuais, o conjunto de ações prevê a abertura de 73 novos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e estabelece incentivos financeiros para internações curtas -- até 20 dias -- de pacientes em crise.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, assinou portarias que aumentam em até 31,85% o valor das diárias pagas por paciente internado em hospitais psiquiátricos e gerais do país. O objetivo é estimular os hospitais a ampliarem os leitos. Em junho deste ano, o ministro já havia anunciado outros R$ 117 milhões para o Plano Emergencial de Ampliação do Acesso para Tratamento de Álcool e Drogas (PEAD). Somando os novos recursos, os investimentos para o setor chegam a R$ 215,3 milhões. As portarias foram publicadas no Diário Oficial da União de sexta-feira (30).

Com 15 unidades, São Paulo é o estado que vai receber mais centros de atenção. Bahia (13), Rio Grande do Sul (8) e Minas Gerais (6) vêm na sequência. Ceará, Pará, Paraiba e Piaui vão ganhar quatro unidades cada. Já Santa Catarina e o Maranhão serão contemplados com três centros cada. (Veja quadro).

A distribuição dos centros pelos 18 estados foi ordenada pelo ministério segundo uma lista de 108 municípios prioritários do PEAD. Têm preferência os municípios com grande população, mas com baixa cobertura dos centros de atenção ou onde há hospitais psiquiátricos em fechamento. A lista das cidades que terão novas unidades dos CAPS está na página do ministério na internet.

Segundo o ministério, com o novo pacote, o país passa a ter 1.467 CAPS. “Passamos, em sete anos, de uma cobertura de atendimento em saúde mental de 21% da população para 60%, com o parâmetro CAPS por 100 mil habitantes”, relata o coordenador-geral da área técnica de Saúde Mental do ministério, Pedro Gabriel Delgado.

Diárias

De acordo com o plano lançado pelo ministério, o valor das diárias de internação em hospitais gerais vai passar de R$ 42,47 para R$ 56,00 - aumento de 31,85%. O impacto anual do reajuste será de R$ 9,6 milhões. Atualmente, há 2.573 leitos psiquiátricos nestas unidades. A expectativa é de que, com o a reajuste, os hospitais gerais criem cerca de 2.300 leitos em saúde mental. As novas diárias nos hospitais psiquiátricos, por sua vez, vão variar de R$ 35,58 a R$ 49,70. Atualmente, esses valores oscilam de R$ 29,90 a R$ 45,21. O reajuste, neste caso, vai de 10% a 20% e terá um investimento de R$ 62 milhões.


ESTADOS CONTEMPLADOS COM UNIDADES DO CAPS

SÃO PAULO 15
BAHIA 13
RIO GRANDE DO SUL 8
MINAS GERAIS 6
CEARÁ 4
PARÁ 4
PARAÍBA 4
PIAUÍ 4
SANTA CATARINA 3
MARANHÃO 3
MATO GROSSO DO SUL 2
AMAPÁ 1
SERGIPE 1
RIO GRANDE DO NORTE 1
RIO DE JANEIRO 1
PARANÁ 1
ESPÍRITO SANTO 1
MATO GROSSO 1

TOTAL: 73 UNIDADES/ FONTE: MINISTÉRIO DA SAÚDE
Fonte: G1- Globo.com

Secretário Adolpho Konder lança projeto Ação Social Libertadora

Segunda-feira, 02 de Novembro de 2009

O secretário de Desenvolvimento Social de São Gonçalo, Adolpho Konder, participou neste sábado, dia 31 de outubro, da Missa de abertura da Assembléia do Vicariato São Gonçalo da Arquidiocese de Niterói, na Matriz de São Gonçalo de Amarante. Presidida pelo bispo auxiliar com Roberto Ferreria Paz e concelebrada pelo vigário padre Ademar Ermilindo Pimenta, além de outros sacerdotes do vicariato, contou com a participação de delegados de todas as paróquias do Vicariato São Gonçalo.

Na oportunidade, Adolpho Konder apresentou o Projeto AÇÃO SOCIAL LIBERTADORA que pretende capacitar os agentes de pastorais para se tornarem aptos a cadastrar as pessoas assistidas por suas pastorais nos Programas Sociais da SMDS.

“Este dia ficará na história como o início de uma parceria que revolucionará a Ação Social em São Gonçalo. A Igreja Católica sabe fazer com maestria a caridade. Por isso, vamos nos aliar à Igreja para cumprir nosso papel de fazer dessa cidade mais igual e justa”, disse Adolpho Konder.

PALESTRA "GUARDA COMPARTILHADA"


Inscrições gratuitas (vagas limitadas)

Informações: Secretaria da EMERJ: 3133-3369/3133-3380

Inscrições: Exclusivas pelo site da EMERJ.

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